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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

INCOMODANDO, CRISTOVAM SOFRE PRESSÃO DO PALÁCIO PARA SAIR DO PDT.


Cristovam: Nunca cogitei sair do PDT

Direto do blog - “Não vou sair do PDT. Já saí uma vez de partido. Se saísse de novo, pareceria que estou numa gangorra”. Com essa frase, Cristovam Buarque sepulta especulações que surgiram nos últimos dias de que poderia deixar o PDT para se engajar, como candidato a vice-presidente na campanha de Marina Silva, que deixará o PT para disputar a sucessão do presidente Lula pelo PV. Muito se falou de Cristovam sair do partido quando ele manifestou apoio à candidatura presidencial de Marina. Na verdade, o apoio dado a Marina é uma questão de coerência. Desde o ano passado, Cristovam vem repetindo no Senado que o ideal era que cada senador se comportasse como um candidato à Presidência da República, debatendo temas e projetos nacionais de importância. Em vários artigos, descreveu que as eleições de 2010 seriam chatas pela polaridade entre a pré-candidata da situação e o pré-candidato da oposição. Por conta disso, desde o surgimento da possível candidatura de Marina, Cristovam foi coerente e apoiou o debate que surgiria dessa candidatura.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PARA A ALEGRIA DOS GROTÕES: ATAQUE À INTERNET NO SENADO!!

Em tempo: Suplicy e Marina Silva assinam lista de Cristovan Buarque para a saída de Sarney.
Mas a leitura da Cartomante continua valendo.

Se engana quem pensa que o senado está paralisado por conta do imbróglio de Sarney. Para o senador Eduardo Azeredo o momento está ótimo para a tramitação de seu projeto que busca cercear a liberdade na rede. Na carona da ação de se buscar a todo custo inviabilizar a lisura no voto eletrônico, nenhum país do mundo aceitou a urna eletrônica nos moldes como a mesma está sendo utilizada no Brasil, ele pretende aprovar algumas restrições à liberdade no mundo virtual. A turma não poderia ser pior para os interesses do povo brasileiro.....Leia mais AQUI.

OAB DEFENDE RENÚNCIA COLETIVA DO SENADO BRASILEIRO.


Já havíamos alertado sobre a delicadeza da situação.


A Nota da OAB sobre o Senado. Para o seu conhecimento, é o seguinte o teor da nota assinada pelo presidente nacional da OAB, em nome do seu Conselho Federal:

"O Senado está em estado de calamidade institucional. A quebra de decoro parlamentar, protagonizada pelas lideranças dos principais partidos, com acusações recíprocas de espantosa gravidade e em baixo calão, configura quadro intolerável, que constrange e envergonha a nação. A democracia desmoraliza-se e corre risco. A crise não se resume ao presidente da casa, embora o ponha em destaque. Mas é de toda a instituição - e envolve acusados e acusadores. Dissemina-se como metástase junto às bancadas, quer na constatação de que os múltiplos delitos, diariamente denunciados pela imprensa, configuram prática habitual de quase todos; quer na presença maciça de senadores sem voto (os suplentes), a exercer representação sem legitimidade; quer na constatação de que não se busca correção ética dos desvios, mas oportunidade política de desforra e de capitalização da indignação pública. Não pode haver maior paradoxo - intolerável paradoxo - que senadores sem voto integrando o Conselho de Ética, com a missão de julgar colegas. Se a suplência sem votos já é, em si, indecorosa, torna-se absurda quando a ela se atribui a missão de presidir um órgão da responsabilidade do Conselho de Ética.
Em tal contexto, urge fornecer à cidadania instrumentos objetivos e democráticos de intervenção saneadora no processo político.
A OAB encaminhou recentemente ao Congresso Nacional, no bojo de proposta de reforma política, sugestão para que o país adote o recall - instrumento de revogação de mandatos, aplicável pela sociedade a quem trair a delegação de que está investido.Trata-se de instrumento já testado em outras democracias, como a norte-americana, com resultados positivos. O voto pertence ao eleitor, não ao eleito, que é apenas seu delegado. Traindo-o, deve perder a delegação. Não havendo, porém, tal recurso na legislação brasileira, prosperam discursos oportunistas, como o que sugere a extinção do Senado. A OAB é literalmente contra a extinção do Senado. O Senado não pode ser confundido com os que mancham o seu nome. Precisa ser preservado, pois é o pilar do equilíbrio federativo. Diante, porém, do que assistimos, a sociedade já impôs à presente representação o recall moral. O ideal seria a renúncia dos senadores. Como não temos meios legais de impor esse ideal - único meio de sanear a instituição -, resta pleitear que se conceda algum espaço à reforma política, senão para salvar o atual Congresso, ao menos para garantir o futuro. CEZAR BRITTO PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL”

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

DISCUSSÕES NO SENADO A NÍVEL DE INSTINTOS PRIMÁRIOS.

Dedo Sujo.
Isso não é bom. Está se podendo perceber que as coisas não andam como deveriam, dentro da tríade de sustentação democrática do país. Já não bastassem as chagas dos desvios éticos e morais, as agressões, até agora verbais, parecem descambar para a transformação do senado brasileiro em um clone de alguns asiáticos. Se bem que quando o descaramento assoala de tal sorte que não deixa espaço para a civilidade, estes fatos acabam por ficarem mais susceptíveis à ocorrência.

O problema é que, para cada um que se proponha a defender o acusado primário, senador José Sarney, há uma acusação e, para cada um que acusa uma nova acusação. Pululam dedos sujos. A desfaçatez é tamanha.

É este mais um momento de extrema delicadeza para a nossa democracia. A perda de credibilidade dos homens eleitos para cuidarem dos interesses da nação e de seu povo, cria uma linha tênue entre a ordem e a balbúrdia. Foram três bate bocas em três dias. Estamos a nos referir ao Senado Federal. Faltam homens públicos de hombridade cívica.
Brasil mostra a sua cara.
Cláudio Erick.
Secretário PDT Angra.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SEM RABO PRESO!!!

do blog doCristovan

Desde que resolveu assumir a ponta-de-lança no debate sobre a moralização do Senado, Cristovam tem sido alvo de ameaças de retaliação.

Os aliados do presidente do Senado, José Sarney, ventilam que podem revidar os seus pedidos de investigação das denúncias contra Sarney com outros pedidos de investigação que o atinjam. Cristovam não se intimida com essas ameaças. "Essas coisas não devem ser feitas por retaliação", comenta Cristovam. "Quem souber de alguma coisa sobre mim ou qualquer outro senador tem a obrigação de denunciar. Não tenho medo de qualquer investigação", continua.

Na verdade, as ameaças só fizeram com que Cristovam radicalizasse. Até o início da semana passada, ele apenas apoiava a necessidade de investigação das denúncias e pregava que seria melhor para o Senado e para o próprio Sarney que ele se afastasse da presidência. A partir das ameaças, Cristovam resolveu tornar-se também autor de denúncias contra Sarney. "As ameaças exigiram uma demonstração clara de que eu não estava intimidado e nem tinha rabo preso", explicou.
Glacy Daiane
01/08/2009 às 18:58
Parabéns pela atitude, é de políticos assim que o Brasil precisa. Pois como disse Martin Luther King “O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons”.

sábado, 1 de agosto de 2009

COM O PULO DE LULA, SENADORES DO PT PODEM OPTAR.

G1
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) comemorou nesta sexta-feira (31) as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a crise do Senado não é dele e de que não foi ele quem elegeu José Sarney (PMDB-AP). Para Cristovam, a afirmação de Lula libera os senadores do PT para defenderem publicamente a saída de Sarney da presidência da Casa. “A razão que poderia levar alguns senadores do PT a defender Sarney era que o próprio presidente Lula faz isso. Com essa declaração ele liberou os senadores do PT a se alinhar aos que pedem pelo menos a licença do presidente Sarney”, disse o senador do PDT.

Cristovam acredita que a situação de Sarney piorou durante o recesso parlamentar. “Nesses quinze dias o clima acirrou ainda mais com as novas denúncias, que são ainda mais graves. Por outro lado, parece estar surgindo uma luz no fim do túnel. (...) Estão ficando muito poucos a favor do presidente Sarney. Até os aliados dele já tem a convicção de que a saída de Sarney é inevitável”.
Para o senador, no entanto, a simples renúncia de Sarney não resolveria o problema da Casa. Cristovam acredita que será preciso fazer uma reforma estrutural na administração do Senado para recuperar a credibilidade da instituição.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

UM CONSELHO ONDE FALTA A ÉTICA.


Setenta por cento(70%) dos membros do Conselho de Etica que deverão estar julgando as denúncias contra o senador José Sarney, são suspeitos de irregularidades. Os membros do colegiado são alvos de inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), réus em ações penais e/ou envolvimento com nepotismo e atos secretos nos últimos anos, o próprio presidente do Conselho, senador Duque, aquele que lá está por, na condição de suplente, ter assumido com a saida de Fichtner, que assumiu cargo no governo do estado(RJ), está sendo denunciado na mídia, acusado de manter funcionário fantasma, de acordo com o, O Estado de São Paulo.

Havemos de convir que assim fica difícil. É por estas e outras aberrações neste Brasilzão, que alguns imbecis passam a defender a volta da Ditadura. É cada coisa .....Leia mais AQUI.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

E NÃO É QUE LULA PULOU? SERÁ QUE LEU PDTANGRA??


Alertamos aqui que o excesso de denúncias contra o Senador Amapo-Maranhense José Sarney, poderia quebrar o galho, então dissemos: ''Pula Lula!" E ele pulou:

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que os Poderes são autônomos e que cabe aos senadores a decisão sobre o destino do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sobre quem pesam denúncias e ações por quebra de decoro parlamentar que podem levar à cassação de seu mandato.

"Não é um problema meu. Não votei para eleger o presidente Sarney a presidente do Senado, nem para senador. Votei nos senadores de São Paulo. Quem tem que decidir se ele fica presidente é o Senado", disse Lula a jornalistas, procurando se afastar da crise que atinge a instituição.

O presidente quer que esta decisão aconteça com o fim do recesso, a partir de semana que vem.

"Tudo o que eu espero é que o Congresso agora, com a cabeça fria, (após as) férias, volte e se reúna como homens adultos que são, todos com mais de 35 anos, e decidam normalizar a atuação do Senado", afirmou, rechaçando que esteja agendado um encontro com Sarney.

Lula, que disse temer a paralisia no Congresso, procurou não se manifestar sobre a posição da bancada de senadores do PT, que pediram afastamento temporário de Sarney.

"São três anos que não vou a uma reunião do PT", disse, ao recomendar a consulta ao presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).

quarta-feira, 29 de julho de 2009

2010 AMEAÇA BLINDAGEM DE SARNEY.


O ESTADO DE SÃO PAULO.
A uma semana do fim do recesso parlamentar, o cerco em torno do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), começa a se fechar com o aumento da pressão para que ele renuncie ao comando da Casa.

Aliados de Sarney avaliam que as férias dos senadores fragilizaram ainda mais a situação do peemedebista. Afinal, 54 senadores - dois terços do total de 81 parlamentares - vão disputar as eleições em 2010 e retornam na semana que vem de suas bases com cobranças de eleitores, como a contratação do namorado da neta de Sarney por ato secreto, como relevou o Estado.

Os supostos estragos do recesso na blindagem feita pelos governistas para manutenção de Sarney no cargo começam a ser sentidos em todos os partidos da base aliada. Até o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aconselhado a não defendê-lo mais com tanta veemência. Levantamento feito por governistas aponta que hoje Sarney conta com 45 votos seguros a seu favor, na eventualidade de processo de cassação chegar ao plenário do Senado.

Esses mesmos governistas alertam que, desses 45 senadores, nada menos do que 37 são candidatos nas eleições do ano que vem, o que os deixaria mais suscetíveis à mudança de opinião. Daí, o aumento da pressão para o afastamento. Leia mais em:
2010 ameaça blindagem de Sarney

terça-feira, 28 de julho de 2009

AGACIEL NOMEOU LIA PARA A ASSESSORIA DE DELCÍDIO DO AMARAL!


Do G1, em Brasília
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Foto: Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil
A Polícia Legislativa do Senado decidiu nesta terça-feira (28) prorrogar por 60 dias o inquérito que investiga o ex- diretor-geral da Casa Agaciel Maia. Como o servidor desfruta de licença prêmio há 33 dias, os agentes não conseguem encontrá-lo para colher assinaturas que possibilitariam a realização de uma perícia, necessária à conclusão dos trabalhos.

Agaciel é acusado de supostamente ter utilizado uma vaga no gabinete do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) para nomear uma funcionária indevidamente. A denúncia contra o ex-diretor-geral foi apresentada no dia 24 de junho pelo próprio Demóstenes. Em 2007, Agaciel nomeou Lia Raquel Vaz de Souza para trabalhar no gabinete do senador do DEM, transferindo-a depois para o quadro de assessores do senador Delcídio Amaral (PT-MS). Nomeada por meio de ato secreto, Lia seria filha de um aliado de Agaciel no Senado. Em depoimento no dia 2 de julho, os policiais apresentaram a Agaciel uma relação de três atos de nomeação e exoneração supostamente assinados por ele. Segundo a polícia, Agaciel não reconheceu a assinatura.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

SALVE-SE, SENADO!

Gilletpress do tijolaço.com (click aqui)

Meu avô costumava citar uma frase de Camões - o rei fraco faz fraca a forte gente - quando falava na necessidade de um homem público ter grandeza. Pensei nisso, esta noite, vendo o espetáculo deprimente em que se transformou a crise no Senado. Pensei também na falta que nos faz - ao partido, ao Senado e ao país - a figura de Jefferson Péres, morto há um ano. E agora? O que se pode fazer para tirar o Senado da República do pântano em que se encontra? Chegamos ao ponto de Sarney “ameaçar” o Governo Lula com uma renúncia que deixaria a casa sob controle da oposição - franca minoria ali -, criando um uso eleitoral da instituição.

O argumento não é vão. Mas não é pior ainda o desgaste que o presidente Lula está sofrendo na canhestra posição de refém do Sarney? Temos de romper esta prisão.

As instituições, como as nações, nas horas de crise, precisam lançar mão de suas reservas - e o Senado as possui. Tenhamos as divergências que tivermos com suas posições ideológicas ou políticas, há três senadores que têm o respeito da população, como homens honrados, decentes e respeitáveis. Não digo que outros não o sejam, mas não têm o peso simbólico destes três.

Pedro Simon, Cristovam Buarque e Eduardo Suplicy são nomes capazes de restaurar a dignidade do Senado Federal, se a renúncia de Sarney abrir caminho para uma nova eleição para o cargo.

Pode ser assim, se o governo compreender que a renúncia de Sarney não é o fim do mundo, mas, ao contrário, pode ser o início de um novo tempo.

pdtangra12@hotmail.com

terça-feira, 30 de junho de 2009

AFASTAMENTO DE SARNEY UNE DIFERENTES.


Cresce a pressão sobre Sarney.
O pedido de afastamento do presidente do Senado Federal, senador José Sarney, vai ganhando adeptos a cada instante. Após o pedido de afastamento feito pelo DEM, o senador Arthur Virgílio, do PSDB, oficializou a decisão do partido:"O PSDB considera inviável a permanência do presidente Sarney no comando da Casa. Por isso o partido pede o seu licenciamento. Pedimos o licenciamento. Não ainda a renúncia.".

Setores do PMDB manifestam apoio ao senador, no entanto quadros importantes e respeitados da legenda tais como:Pedro Simon, Jarbas Vasconcellos e Garibaldi Alves já se posicionaram favoráveis ao afastamento.

O PDT , através de seu líder na Câmara, senador Osmar Dias oficializou a posição do partido: ''Nossa bancada decidiu recomendar que ele(José Sarney) se afaste do cargo.''.

A bancada petista ainda não se decidiu entre a permanência ou o afastamento, pelo menos até este momento.