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domingo, 2 de maio de 2010

POPULAÇÃO VAI ÀS RUAS CONTRA REMOÇÃO DE SUAS CASAS...NO RIO.

População se manifestou no último dia 30 em frente à prefeitura do Rio.


fonte blog do lobo












Muitas temas teem sido trazidos à tona obscurecendo a questão das casas em áreas de risco em nossa cidade. Queremos ver a questão do CRACK discutida e resolvida, bem que poderia já ter sido iniciada há um ano atrás quando da Audiência sobre álcool e outras drogas, demos o alerta AQUI.

A Segurança Pública grita por ações eficazes há muito tempo, e bota tempo nisso. O levantamento disponibilizado AQUI, não podemos afirmar se verídico mas, mais que triste, é um verdadeiro HOLOCAUSTO de nossos jovens. Seria interessante a título de fortalecimento de nossa sugestão, a Educação Digital Online, AQUI; como um importante pontapé inicial; o nível de escolaridade destes jovens, mortos e presos.

Os cemitérios públlicos que surgem agora como mais uma premente necessidade do município, não se tornou assim da noite para o dia ou, em duas noites, como foi afirmado ter sido o caso das casas construídas em áreas de risco. Será que o necrotério, ou como preferem os mais letrados e entendidos, capela mortuária, tem suas instalações adequadas à legislação pertinente?

Nada tem sido feito com transparência no município de Angra. O caso Cefet, que salvo engano, já mudou até de nome, sendo estas escolas agora denominadas Ifet, não demonstra clareza nos critérios para a admissão dos primeiros alunos da primeira turma que deverá se iniciar em agosto, deste ano , esperamos.Cada dia um critério.Postaremos sobre isso no mais tardar amanhã.

A coisa está feia mesmo.



terça-feira, 13 de abril de 2010

OS NÚMEROS AGORA BATEM MENOS AINDA. CUSTO ANGRA.

Reconstrução do Rio pode custar até R$ 250 milhões

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse hoje que elabora um mapeamento geológico detalhado da cidade atingida pela chuva para identificar as encostas e as regiões que podem ou não receber reassentamento. A recuperação da cidade deve custar entre R$ 200 e R$ 250 milhões.

Paes informou que a prefeitura fechou ontem boa parte dos valores relativos à recuperação da cidade, o que incluiria repavimentação de ruas e limpeza do leito dos rios, num total em torno de R$ 200 milhões. Ele destacou ainda que autorizou o início imediato, pela GEO-Rio, de todas as obras necessárias para liberar os acessos ao Parque Nacional da Tijuca e ao Cristo Redentor. As obras estão avaliadas em R$ 5 milhões.

Paes deu essas informações após as reuniões que teve nesta manhã com representantes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e do Ministério Público Estadual para mostrar os planos de reassentamento e indenização para as famílias desabrigadas. No Tribunal de Justiça, o prefeito esteve com o presidente do TJ-RJ, Luiz Zveiter, e os juízes das varas de Fazenda Pública da Capital. No MPE, Paes se encontrou com o procurador-geral de Justiça, Cláudio Soares, e com promotores de diferentes áreas.

Paes também entregou cópias dos laudos técnicos da GEO-Rio e da Defesa Civil Municipal recomendando a retirada imediata dos moradores de oito comunidades - Urubu (Pilares), Prazeres (Rio Comprido), Fogueteiro (Centro), São João Batista (Botafogo), Cantinho do Céu e Pantanal (parte da comunidade do Turano, na Tijuca), Laborioux (Rocinha) e Parque Columbia (às margens do Rio Acari).

Por aqui mais de trezentos milhões.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

ENCOSTA É SEMPRE ÁREA DE RISCO? OU PERIGOSO É POBRE?

do tijolaço.com
Coloco aí ao lado uma coleção de fotos de comunidades construídas em encostas tão ou mais íngremes que as do Rio de Janeiro. Só que ficam nas Ilhas Gregas, em Cannes e Nice (França) e no principado de Monte Carlo. Poderiam ser na Itália ou em Jerusalem, na Turquia, no Líbano. São construções, como se vê, na maioria antigas, algumas centenárias. Os seus construtores ocuparam as encostas, e eu suponho que Leonel Brizola não estava lá para incentivar essa ocupação. Nelas, também não havia água, esgoto e luz. Nem havia luz, aliás, na época em que foram erguidas, exceto a do sol e dos candeeiros.

Por sorte, porém, não havia O Globo, também.

Senão teriam sido removidas.

Mas não foram e hoje são lugares limpos, seguros, urbanizados. Há drenagem, há cuidados estruturais, há contenções.

Atraem milhares e milhares de turistas do mundo inteiro e são uma das maiores fontes de emprego e renda do litoral mediterrâneo.

Se os pobres saíram de lá é porque aquilo se valorizou tanto que muitas das casas foram compradas pelos ricos. Outras, as famosas vilas, já pertenciam a eles, como temos aqui no Joá e em outros pontos da cidade.

Estamos assistindo a uma mistificação. Uma coisa é construção em encostas. Outra, bem diferente, é construção precária em encosta.




ARTIGO: A POLÍTICA DO MURO.

"A culpa das mortes é da irresponsável ocupação desordenada de áreas irregulares, das encostas, por isso eu quero construir muros nas favelas, para impedir a expansão das favelas! Veja a onde estão as mortes. São os mais pobres que morrem, por isso, temos que ser cada vez mais duros na disciplina da ocupação do solo urbano, com aparato da polícia. Já falei com os prefeitos: contem com o Governo do Estado!" Governador Sergio Cabral (GloboNews, 06/04/2010, 12h30).

Em Varsóvia o exército alemão na segunda guerra construía guetos para colocar isoladamente os judeus, eram basicamente bairros isolados da cidade por muros e portões, desta forma Hitler poderia facilmente não só controlar como identificar e exterminar os judeus. É difícil entender a política do Governador do Estado do Rio de Janeiro, a culpa dos desastres ocorridos na cidade maravilhosa nestes últimos dias não só é do pobre como a uma imensa necessidade do povo do estado em isolar estes para que a tragédia não chegue a bairros como Lagoa, Flamengo, Botafogo, Copacabana e centro do Rio. Pelo que eu saiba a política habitacional do estado e do município é que deixa muito a desejar, ineficiente, incoerente, deficitária, e como política e atuação publica totalmente equivocada. Este governo de múltiplas facetas e eventos como copa do mundo e olimpíadas, de exclusão social e que gosta, segundo a própria declaração do governador, de se redimir dos compromissos políticos e sociais e colocar a culpa no pobre favelado que não pode nem se defender de tais acusações, Serginho Marreta ataca de novo sem papas na língua e sem a menor cerimônia, com toda esperteza do mundo fazendo da tragédia alheia, sua chance de ouro para mobilizar a classe media e alta contra o pobre coitado que está espremido entre o perigo da moradia e o sem ter para onde ir. Quero lembrar ao governador que na história recente, o gueto de Varsóvia ficou famoso pela resistência que ofereceu à dominação nazista durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido praticamente destruído pelas tropas invasoras, que pelo jeito é o que quer o mandatario do estado, destruir a pobreza acabando com o pobre, perfeito, cortar o mal pela raiz literalmente.

O pior é o PDT se coligar com este homem, vindo a reboque de suas declarações, é inaceitavel que um partido que sempre tentou resolver a ocupação e solucionar a moradia dos mais necessitados, permitir a politica do muro, que se construa guetos para a população carente usando, segundo declaração do próprio governador, a própria força. O companheiro Valim, o companheiro Porfirio e outros que colocaram suas posições contrárias a esta ação do governo, assim como todos os companheiros da Rede PDT podem e devem se manifestar a estas declarações de oportunismo do governo estadual, colocando a responsabilidade de sua falta de governo, nos barracos de madeira mal feitos e precariamente cobertos, afinal de contas pobre não tem dinheiro. Apelo a executiva regional, aquela que tem poder de decisão no estado, que desfaçam esta engendrada ideia de se coligar com o PMDB, com o governador Sergio Cabral Filho, com as benções do prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, os companheiros da executiva podem e devem incentivar a iniciativa de candidatura própria ao nosso glorioso pardido fundado por Leonel de Moura Brizola.

Paulo Silva, cineasta/roteirista/filiado ao PDT desde 1989.

domingo, 11 de abril de 2010

JEITINHO SUICIDA.

domingo, 11 de abril de 2010
 Por Cristovam Buarque
Muito antes de os céus se prepararem para a chuva, as tragédias no Rio, em São Paulo e em outras cidades já estavam em preparação.

As tragédias são produto da natureza e dos seres humanos, por suas ações e omissões.

Há um século, libertamos os escravos sem fazer a reforma agrária e sem considerar que isso forçaria as migrações em direção às cidades. Desde os anos 30, iniciamos o salto para a industrialização, aumentando a migração.

E submetemos nossos projetos de infraestrutura urbana à vontade e à voracidade de um modelo de desenvolvimento perdulário e concentrador.

A consequência é que as cidades estão pagando pelos erros e omissões do passado. Atraímos migrações e usamos recursos para viabilizar a indústria automobilística, e não para dar segurança aos moradores. Em vez de urbanizar os morros, blindamos os caminhos por onde a água vazaria.

Fazemos nossas cidades sobre o alicerce dos jeitinhos e por governos sem visão. Em países ricos e responsáveis, vias são construídas respeitando as águas, com fortes investimentos na sua drenagem e atendendo aos direitos sociais das maiorias que são respeitadas com os investimentos urbanos necessários.

Esses países levam em conta o longo prazo. Nós ficamos presos no imediato, não levamos em conta o futuro.

Resolvemos o problema de cada pedaço de asfalto sem considerar que, um dia, todo o território estará asfaltado; deixamos que a pobreza expulse cada brasileiro do campo, sem perceber que, um dia, as cidades estarão superpovoadas; toleramos construções em ladeiras vulneráveis, sem considerar que um dia as fortes chuvas, sem terem para onde escorrer, arrastarão mulheres e crianças, soterrando-as. O Brasil construiu suas cidades como se as chuvas jamais fossem acontecer com a densidade concentrada que só ocorre com certa raridade mas que acontece. E, para não mudarmos o modelo de desenvolvimento e o imediatismo que norteiam as decisões, vamos dando jeitinhos, como se as chuvas nunca viessem em densidades infernais, mas previsíveis no longo prazo; usando políticas públicas que privilegiam apenas a solução de problemas de uma parte pequena e privilegiada da sociedade.

A natureza é paciente, mas não tolera jeitinhos.

Não podemos jogar a culpa somente nos atuais governantes, nem apenas nos governantes locais, nem mesmo em todos os governantes. A culpa é da nossa cultura da preferência pelo imediato e do pavor à prevenção. A culpa não está só nos céus. A chuva não escolheu o Rio. Foi o Brasil que escolheu o caminho da imprevisão. Fizemos a opção pelo imediatismo, pela concentração, pela industrialização, pela urbanização apressada, com infraestrutura incompleta.

A tragédia vem da chuvomissão.

As chuvas aumentam de volume, os governantes escolhem investimentos que não levam em conta o longo prazo; a omissão fecha os olhos, os ambientalistas não são ouvidos; o resultado é a tragédia.

Esse é um problema que nenhum governante vai resolver, se o Brasil continuar com a prática do jeitinho suicida: os baixos salários são compensados com baixa exigência, com aposentadorias precoces, vale-transporte, vale-refeição; a pobreza é compensada com bolsas assistenciais; a falta de habitação, com a tolerância com a ocupação irregular do solo; a falta de estadistas para mudar o futuro do país, com políticos geniais no convencimento de que tudo vai bem.

Certamente que os governadores e prefeitos precisam fazer seus deveres de casa, mas nenhum conseguirá resolver os problemas de sua cidade se o Brasil continuar desprezando o futuro.

Comemorando o aumento do número de carros, vias asfaltadas e viadutos construídos, em vez de implantar um novo modelo de desenvolvimento que comemore a moradia, a ocupação regular do solo, o respeito ecológico.

Enquanto isso não for feito, a chuva e a omissão continuarão a provocar tragédias cíclicas, gritantes e visíveis, ao lado de outras, permanentes, mas que nos negamos a ver, na saúde, na pobreza, na educação, na migração por necessidade de sobreviver.

Estas, sim, as verdadeiras causas.

Fonte: Artigo publicado no jornal O Globo de sábado, 10 de abril

pdtangra12@hotmail.com

PEGA UM , PEGA GERAL.

9 de abril de 2010
Por Eucimar Oliveira
Do blog youpode

Agora é à vera? Então que seja. E para todos. Em Niterói, a polícia (Delegacia do Meio-Ambiente) já abriu investigação para apurar as responsabilidades (causas naturais ou negligência das autoridades) sobre a tragédia (talvez com 200 mortos), no Morro do Bumba, uma área de lixão no passado. Pode sobrar para muita gente, civil e criminalmente, e no bolo inclui-se o prefeito Jorge Roberto Silveira.

E no Rio? Por que a autoridade policial ainda não se moveu como se moveram os barrancos dos morros que mataram dezenas? Afinal, desde o primeiro dia, o governador chama de irresponsáveis quem mora nestas áreas e o prefeito apelou, apelou e de tanto apelar e não ser atendido, editou um decreto para a remoção compulsória dos moradores de área de risco. Se preciso, usará a força.

Só que ao falar desde sempre em áreas de risco, Paes está também falando para toda a sociedade que a existência de tais locais já eram do conhecimento da prefeitura pelos perigos oferecidos aos seus habitantes. Paes, como Jorge Roberto, conhecia os problemas e cruzou os braços. Os dois foram omissos e, portanto, carregam, no mínimo a culpa da desídia administrativa. Paes também deve ser ouvido por um delegado, ter sua administração investigada quanto à ocupação do solo urbano e ser levado aos tribunais, se assim for necessário. Que os dois provem o contrário no inquérito.

É imprescindível saber direitinho se verbas previstas para obras no Morro dos Prazeres, por exemplo, foram retidas. E para outras comunidades do festejado e premiado Favela-Bairro. O que fala a respeito o ex-secretário de habitação e deputado federal pelo PT Jorge Bittar? Cesar Maia, o ex-prefeito, também tem algum esclarecimento a oferecer neste sentido?

A tragédia parte corações e embota mentes. A chamada condição psicológica para a remoção pura e simples está dada pela dimensão da tragédia e pelo desejo midiático manifestado em todos os jornais, todos os dias.

Mas onde estão as condições sociais, logísticas, urbanísticas, humanitárias e até econômicas para a transferência dessa gente? Onde irá morar? A muitos quilômetros do trabalho? Vai comprometer a sua já mínima renda em mais gastos com transportes? Terá escolas, creches, um hospitalzinho qualquer que seja?

A classe média e as elites sempre nutriram o sonho de remover as chagas das favelas de perto de seus belos apartamentos e mansões,especialmente na Zona Sul. Mas madames donas de boutiques de luxo, empresários de restaurantes sofisticados (alguns até se financiam com dinheiro de fundos de previdência de servidores) e lojistas de shopping já imaginaram como iriam operar, por exemplo, com o fim da Rocinha? Certamente, não.

Perderiam toda mão de obra eficiente, barata, que chega na hora por morar perto e que lhes garante o lucro atrás de balcões, como manobristas, cozinheiros, garçons e faxineiros (fora outras atividades).

Nenhum plano de retirada de pessoas destas áreas pode ser considerado sério, socialmente justo e sem um viés fascista se não estiver acompanhado de um projeto urbano consistente, eficiente e digno de reassentamento das famílias e que não se limite à segregação. Fora disso, é preconceito, apenas, é querer varrer não a poeira, mas os cadáveres para debaixo do tapete.

A ação ou omissão de Jorge Roberto precisa ser esmiuçada, como a de Paes e talvez a de César e antecessores. De fora, por enquanto, só Cabral e outros governadores. Todos têm a seu lado a legislação que responsabiliza somente a prefeitura pela ocupação do solo. E Cabral conta com mais: ao chamar os moradores das áreas de risco e irresponsáveis e suicidas, ele se exime de qualquer culpa. Suicídio é um crime por quem o cometeu e morto não pode ser condenado e nem, depois de bater as botas, processar quem dele fala mal.

E Angra não está de fora desta situação. Além de diversos outros municípios. O que contestamos, é a crucificação de Jorge Roberto, com a complacência para os fatos idênticos que por aqui ocorreram.

pdtangra12@hotmail.com

sábado, 10 de abril de 2010

NÚMEROS QUE NÃO BATEM.

Na quarta-feira, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, havia solicitado ao governo federal investimentos na ordem de R$ 370 milhões.

"Estamos analisando todas as demandas, inclusive em função das novas ocorrências desta madrugada em Niterói", afirmou Guerra.

Aqui em Angra as previsões de gastos para a reconstrução da cidade também ficou na faixa dos trezentos milhões. As imagens mostram desproporcionalidades entre os estragos. Quem está errado?

Será que o custo Angra está tão alto assim?
pdtangra12@hotmail.com

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

POLITICAGEM BARATA COM O SOFRIMENTO DO POVO...POIS SIM.

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "MORRO DA CARIOCA: SITUAÇÃO ALTAMENTE PREVISÍVEL!":



"(sic)criticar depois do fato acontecido e fácil, porque PDT e até memso(sic) o PT que estão por ai mas(sic) falando do que fazendo, que suas bases são de angrenses natos de familias tradicionais, não se juntaram antes para apontar o problema ao invez de esperar acontecer para depois sair fazendo politicagem barata com o sofrimento do povo, tenho certeza que esse comentario vai ser deletado pelo autor do blog. essa e hora do angrense dar as mãos, seja ele de qualquer partido, seja catolico, espirita, protestante, preto ou branco, mas n o fundo somos e sempre seremos angrenses que não seja de raiz mas de coração "

Prezado anônimo, seu comentário está publicado.
.
Quanto as críticas que apontas, não vejo desta forma. Há desde 2002 um relatório da Geo Rio, assim é dito, que apontava para a necessidade de intervenções nas áreas de riscos a fim de se evitarem tragédias como essa. Há determinação da Justiça para que providências fossem tomadas:

Portanto prezado anônimo, os problemas e as determinações para suas soluções já vêem de longa data e, por órgãos mais fortes e poderosos que nosso humilde PDT. Ainda assim foram desprezados.

Antes de responder a este seu comentário, não me furtei a dar uma lida em todas as postagens a respeito e, sinceramente, por nossa parte não identifiquei em nenhuma delas  " POLITICAGEM BARATA COM O SOFRIMENTO DO POVO", principalmente na qual postas-tes teu comentário. Pelo contrário, com as ferramentas disponíveis, que vão além de um simples Google Earth gratuito, o póder público do município podia, pode e poderá manter controle bastante detalhado destas áreas.

Em outro trecho, suas palavras me remetem ao início deste fatídico 1º de Janeiro de 2010 quando a primeira reação do poder público foi de, através de colaboradores, dizer a mesma coisa:

"essa (sic)e hora do angrense dar as mãos, seja ele de qualquer partido, seja catolico, espirita, protestante, preto ou branco".

Afirmação esta que concordamos e não poderia de forma alguma ser diferente. A estranheza fica por conta de ter sido tão solicitada, como ainda o é. Percebe?

Talvez não tenha percebido mas, nem tocamos nas CARTAS MARCADAS. O motivador das prisões ocorridas nesta operação, certa ou errada, não nos cabe julgar, é mister que está de volta à nossa comarca, foram concessões de licenças ambientais de forma irregular. A diferença para as ocupações das áreas de riscos na cidade é que pobre não paga propina. A não ser com voto.

E por fim gostaria de externar aqui uma opinião bastante pessoal: O que de mais nocivo para a cidade de Angra dos Reis aconteceu, politicamente, que essa colocação de ser PT ou ser Jordão? Se você concorda com o mal feito é parceiro. Senão, é petista.

Amigo, espero ter podido colaborar dando seqüência à sua reclamação, mas lhe peço: me deixe de fora desta nocividade. Aqui não cola. Talvez como troco na sinuca de bico.

pdtangra12@hotmail.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

CABRAL NEGA SUSPENÇÃO DO DECRETO 41.921."ELE PEGA OS BACANAS".


Questionando a irresponsabilidade da cessão de licenças a empreendimentos em área de risco, governador afirma que em Angra tudo pode:

“Tentaram vincular uma construção de mais de 20 anos a um decreto de meses. Em Angra dos Reis, não se podia nada. Ora, acaba podendo tudo, porque depois se consegue legalizar. O decreto tem como objetivo exatamente frear o '‘não pode nada, pode tudo’, agora tem regra como todas as outras APAs.”

Leiam mais aqui.
pdtangra12@hotmail.com

LULA LIBERA 80 MILHÕES IMEDIATOS.

msn notícias

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, anunciou hoje a liberação "imediata" de R$ 80 milhões para Angra. Acompanhado do ministro das Cidades, Márcio Fortes, e do governador Cabral, Lima sobrevoou pontos de deslizamento no Morro da Carioca, em Angra, e na Enseada do Bananal, na Ilha Grande.

Está prevista para o dia 13 uma reunião para apresentação de projetos com o objetivo de evitar novas tragédias na região. As equipes do Corpo de Bombeiros de Angra dos Reis retomaram hoje as buscas a duas pessoas que ainda estão desaparecidas após os deslizamentos. No Morro da Carioca, a corporação procura por uma menina de 11 anos. Na Praia do Bananal, as buscas se concentram por uma moradora da região.

Por enquanto, o trabalho está sendo emergencial, com distribuição de alimentos, agasalhos, cobertores e colchões. A Defesa Civil Nacional tem 15 mil cestas básicas estocadas no Estado para o pronto atendimento. Segundo dados da Defesa Civil do Rio, são 20 localidades afetadas no Estado, 900 pessoas estão desabrigadas - as que perderam tudo e precisam dos abrigos públicos -, 1.868 estão desalojadas - as que podem contar com ajuda de vizinhos e familiares.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

FORMAÇÃO DE NUVENS MAIS DENSAS COMEÇA A DISSIPAR.

A formação de nuvens mostradas nas fotos anteriores já apresenta claros sinais de dissipação, tomando o rumo do oceano.

As previsões de que pode chover na região ainda se mantêem.


TEMPO NA REGIÃO: IMAGENS DE SATÉLITE.


Grandes nuvens cobrem boa parte da região sudeste.


créditos google Earth

Como podemos perceber estamos próximos ao "olho" desta formação.


Um pouco mais perto.


Informações(imagens) às 23:57h de 05/01/10.


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

DESCOBRIRAM A PÓLVORA. A RODA SERÁ NA PRÓXIMA SEMANA.


Estado de Angra é assustador.

De O Globo:
O secretário de Saúde e Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, afirmou, em entrevista ao programa "CBN Rio", que é preciso discutir a questão do uso do solo, que é postura municipal. Ele afirmou que o estado de Angra dos Reis é assustador, pois a cidade está com vários locais com sérios riscos de deslizamento.


- "Temos que acabar com o trabalho de maquiagem. Acho que o governador Sérgio Cabral colocou o dedo na ferida quando falou que tem que se discutir a questão do uso do solo.
 Não se pode mais permitir que, por coisas politiqueiras, se dê tijolo e cimento para uma pessoa construir uma casa numa encosta.
Ele colocou o dedo na ferida quando disse que tem que se discutir essa ocupação ilegal do solo e das encostas. E se for o caso, se tiver que remover, tem que remover" - afirmou em entrevista à rádio CBN.