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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CHOUPANA DE LUXO. VEREADORA ESCLARECE.

A vereadora Lia, em seu pronunciamento na tribuna da Casa Legislativa de nossa cidade, cobrou providências do Executivo em relação a liberação do Convênio entre a Eletronuclear e a Santa Casa, no valor de 3,2 milhões que, no entendimento da mesma precisam ser aplicados naquela Unidade de Saúde, e para isto falta apenas a liberação do alcaide. E isso tem tempo.


Ainda que de forma indireta, no mesmo pronunciamento, a vereadora esclareceu uma dúvida que ficou no ar na postagem sobre os abrigos de passageiros que estão sendo construídos em alguns pontos da Rio Santos.Aqui.


ponto de ônibus da Rio Santos                     ponto de ônibus em Dubai com ar refrigerado

"Há bem da verdade, tempos atrás este mesmo modelo de abrigo de passageiros sofreu questionamentos devido seu alto custo, meia dúzia de paus roliços com dúzia e meia de telhas.
Desta vez, precisa ser diferente. 
Alguém poderia externar o custo atual destas choupanas?"


E assim disse a vereadora:

“A Santa Casa de Angra é hoje referência na região, principalmente porque o Hospital de Praia Brava foi obrigado a reduzir suas atividades e o Hospital da Japuíba ainda não está funcionando. Nosso povo sofre com a falta de Infraestrutura em Saúde enquanto obras caríssimas são feitas pelo município. 
Um ponto de ônibus está sendo construído por R$75 Mil 
enquanto a Santa Casa recebe R$5 Milhões por ano, menos de R$500 Mil por mês. Que prioridade é esta?”

A quem cabe a responsabilidade de fiscalizar os gastos do Executivo?

pdtangra12@hotmail.com mais essa dúvida.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

OS PAIS DA CRIANÇA.

Em épocas eleitorais, os políticos disputam a paternidade ou, pelo menos, a sociedade em projetos de sucesso. Entra-se num vale tudo. É o caso do Bolsa Família, disputado pelo PT, de Dilma Rousseff, e pelo PSDB, de José Serra. Ambos os partidos foram vitais na implantação e disseminação do programa – assim como o DEM, ex-PFL.



Como nesse tempo eu morava em Brasília e sempre tive interesse em temas sociais, testemunhei toda essa articulação em câmara lenta. Estive presente, aliás, em muitas das reuniões e debates para tirar a ideia do papel.



Não há dúvida de que um dos principais pioneiros do Bolsa Família é Cristovam Buarque. Ele criou o bolsa-escola quando foi governador de Brasília e saiu divulgando pelo Brasil e por muitos países essa solução. Teve como aliados a Unesco e Unicef –o que ajudou disseminar nacionalmente a eficácia do projeto.



Ao mesmo tempo, desenvolvia-se em Campinas um programa de renda mínima pelo então prefeito José Roberto Teixeira (PSDB). Mas não tinha uma condicionalidade tão fincada na escola –mas dá para dizer que ele foi um dos pioneiros de medidas que, no futuro, acabariam no Bolsa Família.



Lembremos que o bolsa-escola foi transformado em política nacional no governo FHC, onde, no Ministério da Educação, havia vários intelectuais da Unicamp (Maria Helena Guimarães e Paulo Renato Souza, por exemplo) que estavam em Campinas. Nessa época, aliás, o PT chamava a bolsa-escola de bolsa-esmola.

Coube a Lula, claro, dar uma extraordinária dimensão ao programa.



Essa é a história – o resto é invenção. Mas o fato é que, como toda boa ideia, ela tem muitos sócios.
Fonte: Folha.com (Coluna do Gilberto Dimenstein)

pdtangra12@hotmail.com

sábado, 1 de agosto de 2009

LULA TAMBÉM É O CARA....


Do tijolaço.com

....Intrigado, porque os jornais diziam de forma peremptória e com exatidão centesimal que o crescimento econômico teria dado 0,34 % dos votos a mais para Lula, enquanto o Bolsa-Família representaria 3 pontos de crescimento eleitoral, ou três milhões de votos.

Aí fui ver o estudo propriamente dito. Confesso que, como certamente a grande maioria dos jornalistas que publicarma matérias sobre o trabalho, fiquei meio tonto quando me deparei com fórmulas do tipo:Mas fui lendo com mais calma e verificando que, ao contrário do noticiário, o trabalho é bastante criterioso. E não faz afirmações definitivas, ao contrário, apenas identifica uma tendência natural que um programa social possa representar, sobretudo em municípios menores, uma avaliação positiva sobre um governo. Mas deixa claro que a influência do Bolsa-Família (e também do crescimento econômico) não explica o resultado eleitoral. Transcrevo, literalmente:“O que explicaria a mudança no padrão de votação de Lula nas eleições presidenciais de 2006: desempenho da economia ou a massificação do programa Bolsa Família? Ao contrário de boa parte da literatura anterior, a resposta é: nenhum dos dois. O impacto do programa de transferência de renda se mostrou bastante superior ao do crescimento da economia, mas parece não ser a principal explicação para a dramática migração de votos em direção do candidato do PT nas regiões menos desenvolvidas do Brasil.
A grande imprensa, claro, desprezou esta afirmação, salvo exceções.

LEIA NA ÍNTEGRA, AQUI , vale a pena.