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quarta-feira, 1 de junho de 2011

CONFRATERNIZAÇÃO!

O vereador Leandro Silva almoçou nesta tarde com representantes de partidos políticos no município. Estiveram presentes: Cabral(PSB), Ary Bernardo(PTB), Anderson(PSDC), Jovaci(PRTB) e este que vos escreve, representando o PDTAngra.
Passaram por lá, Dalcir Machado, Jurandir Rosa e Aurélio Marques.
pdtangra12@hotmail.com

segunda-feira, 23 de maio de 2011

COMO AS COISAS SE ARRASTAM, OU SERIA "EMBROMEIXOM".

Em meados de 2004, nas escadarias da Câmara, indaguei à Secretária de Educação à época,Sra. Stella Salomão, o que se pretendia para a área da antiga Colitur no Morro da GlóriaI.Ela foi categórica: "faremos uma grande bilblioteca digital".Cri.Não imaginava que seria uma obra com padrão NASA/Enterprise, com consultoria de Stephen Hawking e pesquisa nos escritos de Einstein. Só isso explica terem se passado sete anos 
e nem o projeto estar pronto.

pdtangra12@hotmail.com

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SINDICATÃO E PDTANGRA.

Na virada do dia, logo após o pipocar dos fogos comemorativos ao aniversário de nossa cidade, Sindicatão e PDTAngra brindaram a mais esta data.
Foi posto o papo em dia.
Entre outros temas, destrinchou-se os manguezais.


pdtangra12@hotmail.com

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

PRÉ -SAL EM RITMO DE DEFINIÇÕES.

QUINTA-FEIRA, 11 DE NOVEMBRO DE 2010

FIM DO SONO DOS PREFEITOS FLUMINENSES

O governo quer aprovar até o fim deste ano, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que define a partilha de produção como novo modelo de exploração do petróleo na camada pré-sal e cria o fundo social, poupança pública a ser constituída com recursos obtidos com o produto.
A intenção do governo, no entanto, é derrubar a parte mais polêmica do projeto – que muda a distribuição dos royalties do petróleo – e negociar uma proposta alternativa no Senado, em outro texto.
O projeto que está pronto para ser votado na Câmara não pode sofrer alterações de mérito, por ter sido aprovado na Casa, depois no Senado, onde foi modificado, e ter retornado à deliberação final dos deputados. Nessa fase, a Câmara pode apenas aprovar, rejeitar ou suprimir trechos. O deputado Antonio Palocci (PT-SP), um dos coordenadores da transição de governo, é o relator.
GOVERNO É CONTRÁRIO - O governo não concorda com o critério de repartição dos royalties aprovado pelos senadores, em emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS). Pela proposta, os royalties e participações especiais da exploração de lavras localizadas no mar – inclusive dos contratos atuais, pelo modelo de concessão – serão divididos da seguinte forma: 50% entre os Estados e Distrito Federal e 50% entre os municípios, pelos critérios dos fundos de participação dos Estados (FPE) e dos municípios (FPM).
A emenda de Simon acaba com o tratamento diferenciado recebido hoje pelos Estados confrontantes com os poços localizados no mar e determina que a União terá de compensá-los pelas perdas, até que suas receitas se recomponham, com o aumento de produção de petróleo.
Os líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmaram que, caso a Câmara mantenha a emenda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai vetá-la.
Relator de um projeto em tramitação no Senado que trata de royalties, Jucá pretende apresentar uma proposta alternativa, que não prejudique tantos os Estados produtores _ preservando contratos em andamento _ e, ao mesmo tempo, promova uma distribuição mais igualitária dos royalties do pré-sal para todo o país.
“Se pudermos definir essa questão este ano, seria melhor. Enquanto não houve mudança na regra, fica valendo a regra atual, que favorece os Estados produtores. O prazo conta a favor deles. Se quisermos levar mais recursos para nossos Estados, precisamos ter pressa”, disse Jucá.

PROPOSTA A OPOSIÇÃO - Vaccarezza vai propor aos líderes da oposição, em reunião terça-feira do colégio de líderes, um acordo para votar o projeto do pré-sal, o orçamento da União de 2011 e as medidas provisórias pendentes neste ano. 
A ideia é que a oposição inclua projetos de seu interesse na pauta e se comprometa a não obstruir as votações. “Vou lutar para derrubar a emenda dos royalties. Nunca foi proposta do governo. A essência dos projetos _ e o que é importante para nós _ é a partilha de produção e o fundo social”, afirma o líder da Câmara.

INCONSTITUCIONALIDADE - O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), que foi relator do projeto da partilha na primeira fase da votação e foi o responsável pela introdução da questão dos royalties no texto, disse que o Senado tornou a proposta inconstitucional, ao impor à União a responsabilidade pela recomposição das perdas dos Estados produtores. Isso porque o Legislativo não tem competência para criar despesa para a União. “Precisamos restabelecer uma proposta racional”, disse, lembrando que o texto ficou “muito radical e provoca uma perda brutal para os produtores” porque foi votado em período pré-eleitoral. “Seria uma irresponsabilidade aprovar como está”, afirmou.
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), um dos maiores defensores da aprovação de um critério mais equânime de divisão dos royalties, defende que o projeto seja aprovado este ano e admite mudanças no critério definido pelo Senado. “Nós estamos dispostos a fazer um debate em torno de uma proposta alternativa, que guarde coerência com os princípios que nós defendemos. Não queremos tirar nada dos Estados que já têm, mas não podemos aceitar, de outro lado, discriminação. Até por que o pré-sal é do Brasil e deve ser de todos os brasileiros.”, afirmou.
Em seu blog, o deputado federal Geraldo Pudim (PR/RJ) que entrou com dois mandados de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) a fim de evitar a tramitação dos Projetos apresentados no Congresso Nacional, declarou que teme pela aprovação e ainda esta semana. “Apesar de não ser uma medida provisória, o projeto de lei tramita em regime de urgência, ou seja, há concreta possibilidade de sua votação ainda esta semana e com grande chance de ser aprovada. Vale lembrar que caso ocorra a votação, já em caráter conclusivo, caberá somente ao Presidente da República sancionar a lei por inteiro, ou parcialmente, excluindo, por exemplo, a emenda Simon”.

Fonte: Ururau

pdtangra12@hotmail.com

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

2012: UM CENÁRIO POSSÍVEL.

O apoio à candidata Dilma Roussef tem mexido com a cabeça dos cientistas políticos de nossa região.Esse apoio momentâneo não deve ser tomado como definição para a próxima eleição. Por aqui o quadro já começa a ser definido com algumas mexidas no tabuleiro das intenções. Senão vejamos:
Ao puxar Aurélio para o governo, Tuca pretende garantir que  o mesmo, no próximo pleito, esteja a seu lado. Haja visto que sua candidatura à reeleição é tido como praticamente certa. 
Por sua vez, Aurélio não tem muita escolha. Mais um período sem mandato e sem participação ativa em movimentos políticos que possam mantê-lo em evidência, sua carreira política tende a se definhar. Está no topo da ladeira do Cavalo Cansado, o braço de Tuca neste momento, pode ser sua tábua de salvação.
Fernando, que deverá ser içado por Cabral à Câmara Federal; por gosto e necessidade, com certeza não estará de fora do próximo pleito, e sua carta na manga poderá ser lida como sua esposa Célia Jordão. Até aí nada demais.
O PT ao que tudo indica, não deverá abrir mão de Conceição Rabha. Hoje o maior expoente com capital de voto no município.
A preocupação no entanto, gira em torno da terceira via, que poderá se tornar quarta , quinta....
O vereador Leandro Silva, que demonstrou uma força surpreendente na transferência de votos para o candidato Sandro Matos do PDT, assusta. Ainda mais quando deixa evidente sua vontade de estar no Executivo.
Celso General não pode ser um nome a passar incólume. Sua participação na campanha do PT em 2008, que com certeza angariou muitos votos à legenda petista, lhe deu boa visibilidade política. Bom de discurso e convincente em suas colocações, ameaça a polarização.
No Plenário Benedito Avelino, a figura do vereador Zé Antonio, que pleiteia a presidência daquela casa, precisa ser acompanhada, não que o mesmo tenha cacife suficiente para uma disputa à majoritária mas, como a política prima pela dinâmica e, o mesmo tem um bom grau de convencimento em seu tão gesticuloso discurso, pode vir a ter peso na disputa. Principalmente se tiver também, vontade em mudar de nível de poder.
A gestão do próximo mandato à frente da presidência do Legislativo, com quem quer que seja, pesará no processo.
Bem como novas ações que possam vir a ocorrer por parte do poder policial, em direção ao estanqueamento dos vazamentos de recursos públicos do município.
Outros nomes poderão surgir com pretensões ao cargo de prefeito, é esperar para ver.


E esta postagem é apenas uma opinião, uma visão do que poderá ocorrer.

pdtangra12@hotmail.com