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sábado, 4 de junho de 2011
DILMA FALA A LÍNGUA DO POVO.
Estaleiro Brasfels, Angra dos Reis.
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quarta-feira, 16 de março de 2011
DILMA: ELEGÂNCIA E SENSIBILIDADE.
Na estréia do novo programa de Hebe Camargo, na RedeTV, foi apresentado um vídeo com uma entrevista bastante legal da nossa presidenta Dilma Roussef. Vale a pena conferir, elegância e sensibilidade foram a tônica da presidenta.
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terça-feira, 8 de março de 2011
MULHER: PRIORIDADE NA ERRADICAÇÃO DA MISÉRIA.
"No Brasil, a pobreza tem cara: ela é muito feminina, está ligada às mulheres. Quanto mais pobre a família, maior a chance de que ela seja chefiada por uma mulher. Estou convencida de que uma política bem-sucedida de eliminação da miséria deve ser focada na mulher e na criança", afirmou a presidente.
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
DILMA NA COVA DOS LEÕES.
por Leandro Fortes, no blog Brasília, eu vi
Na íntegra do discurso de Dilma Rousseff proferido na cerimônia de aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, disponibilizado na internet pela página do Portal UOL, lê-se, não sem certo espanto: “Estou aqui representando a Presidência da República. Estou aqui como presidente da República”. Das duas uma: ou Dilma abriu mão, em um discurso oficial, de sua batalha pessoal para ser chamada de “presidenta”, ou, mais grave, a transcrição de seu discurso foi alterada para se enquadrar aos ditames do anfitrião, que a chama ostensivamente de “presidente”, muito mais por birra do que por purismo gramatical.
Caso tenha, de fato, por conta própria, aberto mão do título de “presidenta” que, até então, lhe parecia tão caro, este terá sido, contudo, o menor dos pecados de Dilma Rousseff no regabofe de 90 anos da Folha.
Explica-se: é a mesma Folha que estampou uma ficha falsa da atual presidenta em sua primeira página, dando início a uma campanha oficial que pretendia estigmatizá-la, às vésperas da campanha eleitoral de 2010, como terrorista, assaltante de banco e assassina. A ela e a seus companheiros de luta, alguns mortos no combate à ditadura.
Ditadura, aliás, chamada de “ditabranda”, pela mesma Folha.
Esta mesma Folha que, ainda na campanha de 2010, escalou um colunista para, imbuído de sutileza cavalar, chamá-la, e à atual senadora Marta Suplicy, de vadia e vagabunda.
Essa mesma Folha, ora homenageada com a presença de Dilma Rousseff.
Digo o menor dos pecados porque o maior, o mais grave, o inaceitável, não foi o de submeter a Presidência da República a um duvidoso rito de diplomacia de uma malfadada estratégia de realpolitik. O pecado capital de Dilma foi ter, quase que de maneira singela, corroborado com a falsa retórica da velha mídia sobre liberdade de imprensa e de expressão. Em noite de gala da rua Barão de Limeira, a presidenta usou como seu o discurso distorcido sobre dois temas distintos transformados, deliberadamente, em um só para, justamente, não ser uma coisa nem outra. Uma manipulação conceitual bolada como estratégia de defesa e ataque prévios à possível disposição do governo em rever as leis e normas que transformaram o Brasil num país dominado por barões de mídia dispostos, quando necessário, a apelar para o golpismo editorial puro e simples.
A liberdade de expressão que garantiu o surgimento de uma blogosfera crítica e atuante durante a guerra eleitoral de 2010 nada tem a ver com aquela outra, defendida pela Associação Nacional dos Jornais, comandada por uma executiva da Folha de S.Paulo. São posições, na verdade, antagônicas. A Dilma, é bom lembrar, a Folha jamais pediu desculpas (nem a seus próprios leitores, diga-se de passagem) por ter ostentado uma ficha falsa fabricada por sites de extrema-direita e vendida, nas bancas, como produto oficial do DOPS. Jamais.
Ao comparecer ao aniversário da Folha, a quem, imagina-se, deve ter processado por conta da ficha falsa, Dilma se fez acompanhar de um séquito no qual se incluiu o ministro da Justiça. Fez, assim, uma concessão que está no cerne das muitas desgraças recentes da história política brasileira, baseada na arte de beijar a mão do algoz na esperança, tão vã como previsível, de que esta não irá outra vez se levantar contra ela. Ledo engano. Estão a preparar-lhe uma outra surra, desta feita, e sempre por ironia, com o chicote da liberdade de imprensa, de expressão, cada vez mais a tomar do patriotismo o status de último refúgio dos canalhas.
Dilma foi torturada em um cárcere da ditadura, esta mesma, dita branda, que usufruiu de veículos da Folha para transporte e remoção de prisioneiros políticos – acusação feita pela jornalista Beatriz Kushnir no livro “Cães de guarda” (Editora Boitempo), nunca refutada pelos donos do jornal.
A presidenta conhece a verdadeira natureza dos agressores. Deveria saber, portanto, da proverbial inutilidade de se colocar civilizadamente entre eles.
Por outro lado, o contraditório. Aqui, click.pdtangra12@hotmail.com
Na íntegra do discurso de Dilma Rousseff proferido na cerimônia de aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, disponibilizado na internet pela página do Portal UOL, lê-se, não sem certo espanto: “Estou aqui representando a Presidência da República. Estou aqui como presidente da República”. Das duas uma: ou Dilma abriu mão, em um discurso oficial, de sua batalha pessoal para ser chamada de “presidenta”, ou, mais grave, a transcrição de seu discurso foi alterada para se enquadrar aos ditames do anfitrião, que a chama ostensivamente de “presidente”, muito mais por birra do que por purismo gramatical.
Caso tenha, de fato, por conta própria, aberto mão do título de “presidenta” que, até então, lhe parecia tão caro, este terá sido, contudo, o menor dos pecados de Dilma Rousseff no regabofe de 90 anos da Folha.
Explica-se: é a mesma Folha que estampou uma ficha falsa da atual presidenta em sua primeira página, dando início a uma campanha oficial que pretendia estigmatizá-la, às vésperas da campanha eleitoral de 2010, como terrorista, assaltante de banco e assassina. A ela e a seus companheiros de luta, alguns mortos no combate à ditadura.
Ditadura, aliás, chamada de “ditabranda”, pela mesma Folha.
Esta mesma Folha que, ainda na campanha de 2010, escalou um colunista para, imbuído de sutileza cavalar, chamá-la, e à atual senadora Marta Suplicy, de vadia e vagabunda.
Essa mesma Folha, ora homenageada com a presença de Dilma Rousseff.
Digo o menor dos pecados porque o maior, o mais grave, o inaceitável, não foi o de submeter a Presidência da República a um duvidoso rito de diplomacia de uma malfadada estratégia de realpolitik. O pecado capital de Dilma foi ter, quase que de maneira singela, corroborado com a falsa retórica da velha mídia sobre liberdade de imprensa e de expressão. Em noite de gala da rua Barão de Limeira, a presidenta usou como seu o discurso distorcido sobre dois temas distintos transformados, deliberadamente, em um só para, justamente, não ser uma coisa nem outra. Uma manipulação conceitual bolada como estratégia de defesa e ataque prévios à possível disposição do governo em rever as leis e normas que transformaram o Brasil num país dominado por barões de mídia dispostos, quando necessário, a apelar para o golpismo editorial puro e simples.
A liberdade de expressão que garantiu o surgimento de uma blogosfera crítica e atuante durante a guerra eleitoral de 2010 nada tem a ver com aquela outra, defendida pela Associação Nacional dos Jornais, comandada por uma executiva da Folha de S.Paulo. São posições, na verdade, antagônicas. A Dilma, é bom lembrar, a Folha jamais pediu desculpas (nem a seus próprios leitores, diga-se de passagem) por ter ostentado uma ficha falsa fabricada por sites de extrema-direita e vendida, nas bancas, como produto oficial do DOPS. Jamais.
Ao comparecer ao aniversário da Folha, a quem, imagina-se, deve ter processado por conta da ficha falsa, Dilma se fez acompanhar de um séquito no qual se incluiu o ministro da Justiça. Fez, assim, uma concessão que está no cerne das muitas desgraças recentes da história política brasileira, baseada na arte de beijar a mão do algoz na esperança, tão vã como previsível, de que esta não irá outra vez se levantar contra ela. Ledo engano. Estão a preparar-lhe uma outra surra, desta feita, e sempre por ironia, com o chicote da liberdade de imprensa, de expressão, cada vez mais a tomar do patriotismo o status de último refúgio dos canalhas.
Dilma foi torturada em um cárcere da ditadura, esta mesma, dita branda, que usufruiu de veículos da Folha para transporte e remoção de prisioneiros políticos – acusação feita pela jornalista Beatriz Kushnir no livro “Cães de guarda” (Editora Boitempo), nunca refutada pelos donos do jornal.
A presidenta conhece a verdadeira natureza dos agressores. Deveria saber, portanto, da proverbial inutilidade de se colocar civilizadamente entre eles.
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sábado, 20 de novembro de 2010
A HORA DO MURRO NA MESA, OU DOS RATOS.
Por Carlos Chagas
Ou Dilma Rousseff dá um murro na mesa, já, ou assumirá o governo pela metade, ou menos, no primeiro dia de janeiro. Tornaram-se atrevidos os urubus que até agora voavam sobre a Granja do Torto: dos vôos rasantes passaram a descer nos jardins, a quebrar vidraças com seus bicos afiados e a ocupar os cantos obscuros das salas de reunião.
Perderam a compostura os partidos da base oficial e até as legendas que ficaram de fora da candidatura vitoriosa. Da imposição de manterem os ministérios de que dispõem no governo Lula, passaram a exigir novas pastas, formalizando a criação de blocos parlamentares destinados a chantagear a presidente eleita.
A pretexto de disputar a presidência da Câmara, PMDB, PR, PSC e até o PP, que não apoiou Dilma, e o PTB, que apoiou Serra, movimentam-se para lotear ministérios e impor ministros. Do outro lado, PT, PDT e PC do B não querem outra coisa, enquanto o PSB imagina-se em condições de agir sozinho, mas com as mesmas intenções.
Quando das eleições em outubro, não houve um só eleitor que tivesse votado para presidente da República levando os partidos em consideração. Tratados como apêndices desimportantes, meros penduricalhos incômodos, os líderes políticos em nada influíram no resultado. Agora, ameaçam com a sombra de impasses legislativos e rejeições de projetos de interesse do palácio do Planalto caso não se vejam contemplados na repartição do pão a que não tem direito.
A hora é de a nova presidente botar as quadrilhas para correr, pela força de seus mais de 50 milhões de votos, compondo o ministério que mais se adaptar a seus planos e projetos, mesmo aproveitando figuras partidárias de capacidade reconhecida. Fora daí, será um péssimo começo.
OS MINISTROS DELES E OS MINISTROS DELA
Enquanto se arrasta a novela da formação da nova equipe de governo, emerge esse critério que seria cômico se não fosse trágico, apesar de não constituir novidade: existem ministérios que são da presidente da República e ministérios que são dos partidos que a apóiam ou chantageiam, Admite-se que no parlamentarismo seja assim, mas no presidencialismo a prática configura uma aberração. Para não falar em sinal de fraqueza do Poder Executivo.
Como a moda é essa desde a posse do presidente Lula, não há como Dilma Rousseff livrar-se sem dar o acima referido murro na mesa e deixar claro que quem manda é ela. Por enquanto, inexistem sinais dessa manifestação de vontade e de poder, apesar de condições não lhe faltarem. O que o país assiste é a impertinência dos partidos, reivindicando pastas pelo número e não pela qualidade dos eventuais indicados. O PMDB tem seis ministérios na atual administração e exige no mínimo permanecer como está. O PT tem dezenove e mantém a goela aberta. O PSB cresceu nas eleições e quer mais, além dos dois que possui. O PDT, com um, está atrás de dois. E assim por diante.
O instrumento de pressão dos partidos vem da maioria de que o governo precisa dispor no Congresso, quer dizer, com todo o respeito, assistimos um ato explícito de vigarice: sem ministérios não haverá apoio parlamentar para os projetos de necessidade do novo governo.
Por conta dessa situação, vale repetir, que não é nova, divide-se o ministério em duas categorias: dos ministros indicados pelos partidos e dos ministros da quota pessoal da presidência da República, como se não fossem todos da livre escolha de seu titular. Um abominável loteamento do poder público.
Passando da teoria à prática, o que se ouve em Brasília é que estariam excluídos da cobiça das legendas governistas a chefia da Casa Civil, a Secretaria Geral da presidência da República, o Gabinete de Segurança Institucional e os ministérios da Fazenda, Defesa, Relações Exteriores, Educação e Saúde, além do Banco Central.
Existem, assim, os ministérios deles e os ministérios dela, em menor número, ainda que a presidente possa selecionar entre as indicações partidárias os nomes de sua preferência.
ABUSO DE PODER
Impossível fugir da evidência de que o Congresso é o retrato da sociedade. Nem melhor nem pior do que ela. Justifica-se, assim, a presença de alguns luminares, tanto quanto de certos lambões, nos extremos. Da mesma forma, surge clara no meio da massa majoritária a explicação de porque o Tiririca foi o deputado mais votado do país: porque o eleitorado, quer dizer, a sociedade, quis assim.
Ontem, tanto na Câmara quanto no Senado, crescia a indignação por conta da perseguição movida contra o singelo vitorioso por parte do Ministério Público e até do Poder Judiciário. Não tinham nada que submeter o Tiririca a um exame de alfabetização, que por sinal ele cumpriu, mas, pior ainda, à segunda época, exigindo que faça uma redação, como exigência para ser diplomado. Não deveria, o novo deputado, submeter-se a essa nova humilhação, exigida pelo promotor Maurício Ribeiro Lopes. A situação lembra os tempos em que, nos Estados Unidos, para evitar os votos da raça negra, exigiam de seus integrantes que resolvessem problemas de álgebra, condição para receberem o título de eleitor...
Perderam a compostura os partidos da base oficial e até as legendas que ficaram de fora da candidatura vitoriosa. Da imposição de manterem os ministérios de que dispõem no governo Lula, passaram a exigir novas pastas, formalizando a criação de blocos parlamentares destinados a chantagear a presidente eleita.
A pretexto de disputar a presidência da Câmara, PMDB, PR, PSC e até o PP, que não apoiou Dilma, e o PTB, que apoiou Serra, movimentam-se para lotear ministérios e impor ministros. Do outro lado, PT, PDT e PC do B não querem outra coisa, enquanto o PSB imagina-se em condições de agir sozinho, mas com as mesmas intenções.
Quando das eleições em outubro, não houve um só eleitor que tivesse votado para presidente da República levando os partidos em consideração. Tratados como apêndices desimportantes, meros penduricalhos incômodos, os líderes políticos em nada influíram no resultado. Agora, ameaçam com a sombra de impasses legislativos e rejeições de projetos de interesse do palácio do Planalto caso não se vejam contemplados na repartição do pão a que não tem direito.
A hora é de a nova presidente botar as quadrilhas para correr, pela força de seus mais de 50 milhões de votos, compondo o ministério que mais se adaptar a seus planos e projetos, mesmo aproveitando figuras partidárias de capacidade reconhecida. Fora daí, será um péssimo começo.
OS MINISTROS DELES E OS MINISTROS DELA
Enquanto se arrasta a novela da formação da nova equipe de governo, emerge esse critério que seria cômico se não fosse trágico, apesar de não constituir novidade: existem ministérios que são da presidente da República e ministérios que são dos partidos que a apóiam ou chantageiam, Admite-se que no parlamentarismo seja assim, mas no presidencialismo a prática configura uma aberração. Para não falar em sinal de fraqueza do Poder Executivo.
Como a moda é essa desde a posse do presidente Lula, não há como Dilma Rousseff livrar-se sem dar o acima referido murro na mesa e deixar claro que quem manda é ela. Por enquanto, inexistem sinais dessa manifestação de vontade e de poder, apesar de condições não lhe faltarem. O que o país assiste é a impertinência dos partidos, reivindicando pastas pelo número e não pela qualidade dos eventuais indicados. O PMDB tem seis ministérios na atual administração e exige no mínimo permanecer como está. O PT tem dezenove e mantém a goela aberta. O PSB cresceu nas eleições e quer mais, além dos dois que possui. O PDT, com um, está atrás de dois. E assim por diante.
O instrumento de pressão dos partidos vem da maioria de que o governo precisa dispor no Congresso, quer dizer, com todo o respeito, assistimos um ato explícito de vigarice: sem ministérios não haverá apoio parlamentar para os projetos de necessidade do novo governo.
Por conta dessa situação, vale repetir, que não é nova, divide-se o ministério em duas categorias: dos ministros indicados pelos partidos e dos ministros da quota pessoal da presidência da República, como se não fossem todos da livre escolha de seu titular. Um abominável loteamento do poder público.
Passando da teoria à prática, o que se ouve em Brasília é que estariam excluídos da cobiça das legendas governistas a chefia da Casa Civil, a Secretaria Geral da presidência da República, o Gabinete de Segurança Institucional e os ministérios da Fazenda, Defesa, Relações Exteriores, Educação e Saúde, além do Banco Central.
Existem, assim, os ministérios deles e os ministérios dela, em menor número, ainda que a presidente possa selecionar entre as indicações partidárias os nomes de sua preferência.
ABUSO DE PODER
Impossível fugir da evidência de que o Congresso é o retrato da sociedade. Nem melhor nem pior do que ela. Justifica-se, assim, a presença de alguns luminares, tanto quanto de certos lambões, nos extremos. Da mesma forma, surge clara no meio da massa majoritária a explicação de porque o Tiririca foi o deputado mais votado do país: porque o eleitorado, quer dizer, a sociedade, quis assim.
Ontem, tanto na Câmara quanto no Senado, crescia a indignação por conta da perseguição movida contra o singelo vitorioso por parte do Ministério Público e até do Poder Judiciário. Não tinham nada que submeter o Tiririca a um exame de alfabetização, que por sinal ele cumpriu, mas, pior ainda, à segunda época, exigindo que faça uma redação, como exigência para ser diplomado. Não deveria, o novo deputado, submeter-se a essa nova humilhação, exigida pelo promotor Maurício Ribeiro Lopes. A situação lembra os tempos em que, nos Estados Unidos, para evitar os votos da raça negra, exigiam de seus integrantes que resolvessem problemas de álgebra, condição para receberem o título de eleitor...
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
LUIZ SÉRGIO AFIRMA:TUMULTO NO RIO FOI PROVOCADO PELOS SEGURANÇAS DE ZÉ SERRA.
O PT negou que militantes do partido tenham agredido o candidato à presidência José Serra (PSDB), na tarde desta quarta-feira, no Rio.
ativista petista atingido no conflito.
Em nota assinada pelo presidente do partido no Rio, deputado federal Luiz Sérgio, o tumulto no qual o tucano foi atingido na cabeça é atribuído a seguranças do presidenciável, que teriam tratado com rispidez um grupo que protestava contra Serra.
Segundo o PT, o estopim da confusão ocorreu quando seguranças de Serra rasgaram cartazes dos manifestantes.
"O incidente de hoje teve início depois que seguranças do candidato José Serra, do PSDB, trataram com rispidez integrantes do grupo conhecido como "mata-mosquitos" que estavam no calçadão. É sabido que os mata-mosquitos, demitidos por Serra quando ministro da Saúde, formam um grupo que já teve atuação marcante de oposição ao candidato do PSDB em campanhas passadas".
O PT informou ainda que pedirá que a polícia investigue a confusão, ocorrida em Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio. Acrescentou, na nota, repudiar "veementemente" qualquer tipo de violência, e que orienta os militantes a fazer uma campanha "limpa e pacífica".
"Rechaçamos a tentativa de imputar ao PT ou a militantes petistas qualquer tipo de agressão ou ato violento. Acreditamos que os mata-mosquitos têm o direito elementar de manifestar suas posições democraticamente e repudiamos a truculência dos seguranças contratados pela campanha do PSDB", completa a nota.
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"O incidente de hoje teve início depois que seguranças do candidato José Serra, do PSDB, trataram com rispidez integrantes do grupo conhecido como "mata-mosquitos" que estavam no calçadão. É sabido que os mata-mosquitos, demitidos por Serra quando ministro da Saúde, formam um grupo que já teve atuação marcante de oposição ao candidato do PSDB em campanhas passadas".
O PT informou ainda que pedirá que a polícia investigue a confusão, ocorrida em Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio. Acrescentou, na nota, repudiar "veementemente" qualquer tipo de violência, e que orienta os militantes a fazer uma campanha "limpa e pacífica".
"Rechaçamos a tentativa de imputar ao PT ou a militantes petistas qualquer tipo de agressão ou ato violento. Acreditamos que os mata-mosquitos têm o direito elementar de manifestar suas posições democraticamente e repudiamos a truculência dos seguranças contratados pela campanha do PSDB", completa a nota.
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
BISPOS DECLARAM APOIO À DILMA. CANDIDATA ASSINA CARTA.
Religiosos
Em comunicado divulgado pela assessoria da campanha de Dilma, juntamente com a carta assinada pela candidata, um grupo de 168 religiosos, intelectuais, professores universitários, políticos e artistas manifesta “fidelidade à verdade” e faz a defesa da candidatura petista.
Sete bispos encabeçam a lista dos que assinam o documento: dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás Velho (GO); dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Felix do Araguaia (MT); dom Demetrio Valentini, bispo de Jales (SP); dom Luiz Eccel, bispo de Caçador (SC); dom Antonio Possamai, bispo emérito de Rondônia; dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana (MA); e dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana (MA).
Confira abaixo a íntegra do documento:
"Se nos calarmos, até as pedras gritarão
Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como ‘contrárias à moral’. A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: ‘se nos calarmos, até as pedras gritarão!’ (Lc 19, 40).
2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:
3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.
4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).
5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.
6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.
7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.”
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Em comunicado divulgado pela assessoria da campanha de Dilma, juntamente com a carta assinada pela candidata, um grupo de 168 religiosos, intelectuais, professores universitários, políticos e artistas manifesta “fidelidade à verdade” e faz a defesa da candidatura petista.
Sete bispos encabeçam a lista dos que assinam o documento: dom Thomas Balduino, bispo emérito de Goiás Velho (GO); dom Pedro Casaldáliga, bispo emérito da Prelazia de São Felix do Araguaia (MT); dom Demetrio Valentini, bispo de Jales (SP); dom Luiz Eccel, bispo de Caçador (SC); dom Antonio Possamai, bispo emérito de Rondônia; dom Sebastião Lima Duarte, bispo de Viana (MA); e dom Xavier Gilles, bispo emérito de Viana (MA).
Confira abaixo a íntegra do documento:
"Se nos calarmos, até as pedras gritarão
Nestes dias, circulam pela internet, pela imprensa e dentro de algumas de nossas igrejas, manifestações de líderes cristãos que, em nome da fé, pedem ao povo que não vote em Dilma Rousseff sob o pretexto de que ela seria favorável ao aborto, ao casamento gay e a outras medidas tidas como ‘contrárias à moral’. A própria candidata negou a veracidade destas afirmações e, ao contrário, se reuniu com lideranças das Igrejas em um diálogo positivo e aberto. Apesar disso, estes boatos e mentiras continuam sendo espalhados. Diante destas posturas autoritárias e mentirosas, disfarçadas sob o uso da boa moral e da fé, nos sentimos obrigados a atualizar a palavra de Jesus, afirmando, agora, diante de todo o Brasil: ‘se nos calarmos, até as pedras gritarão!’ (Lc 19, 40).
2. Não aceitamos que se use da fé para condenar alguma candidatura. Por isso, fazemos esta declaração como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais. Em nome do nosso compromisso com o povo brasileiro, declaramos publicamente o nosso voto em Dilma Rousseff e as razões que nos levam a tomar esta atitude:
3. Consideramos que, para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra, que, segundo nossa análise, nos levaria a recuar em várias conquistas populares e efetivos ganhos sócio-culturais e econômicos que se destacam na melhoria de vida da população brasileira.
4. Consideramos que o direito à Vida seja a mais profunda e bela das manifestações das pessoas que acreditam em Deus, pois somos à sua Imagem e Semelhança. Portanto, defender a vida é oferecer condições de saúde, educação, moradia, terra, trabalho, lazer, cultura e dignidade para todas as pessoas, particularmente as que mais precisam. Por isso, um governo justo oferece sua opção preferencial às pessoas empobrecidas, injustiçadas, perseguidas e caluniadas, conforme a proclamação de Jesus na montanha (Cf. Mt 5, 1- 12).
5. Acreditamos que o projeto divino para este mundo foi anunciado através das palavras e ações de Jesus Cristo. Este projeto não se esgota em nenhum regime de governo e não se reduz apenas a uma melhor organização social e política da sociedade. Entretanto, quando oramos “venha o teu reino”, cremos que ele virá, não apenas de forma espiritualista e restrito aos corações, mas, principalmente na transformação das estruturas sociais e políticas deste mundo.
6. Sabemos que as grandes transformações da sociedade se darão principalmente através das conquistas sociais, políticas e ecológicas, feitas pelo povo organizado e não apenas pelo beneplácito de um governante mais aberto/a ou mais sensível ao povo. Temos críticas a alguns aspectos e algumas políticas do governo atual que Dilma promete continuar. Motivo do voto alternativo de muitos companheiros e companheiras Entretanto, por experiência, constatamos: não é a mesma coisa ter no governo uma pessoa que respeite os movimentos populares e dialogue com os segmentos mais pobres da sociedade, ou ter alguém que, diante de uma manifestação popular, mande a polícia reprimir. Neste sentido, tanto no governo federal, como nos estados, as gestões tucanas têm se caracterizado sempre pela arrogância do seu apego às políticas neoliberais e pela insensibilidade para com as grandes questões sociais do povo mais empobrecido.
7. Sabemos de pessoas que se dizem religiosas, e que cometem atrocidades contra crianças, por isso, ter um candidato religioso não é necessariamente parâmetro para se ter um governante justo, por isso, não nos interessa se tal candidato/a é religioso ou não. Como Jesus, cremos que o importante não é tanto dizer “Senhor, Senhor”, mas realizar a vontade de Deus, ou seja, o projeto divino. Esperamos que Dilma continue a feliz política externa do presidente Lula, principalmente no projeto da nossa fundamental integração com os países irmãos da América Latina e na solidariedade aos países africanos, com os quais o Brasil tem uma grande dívida moral e uma longa história em comum. A integração com os movimentos populares emergentes em vários países do continente nos levará a caminharmos para novos e decisivos passos de justiça, igualdade social e cuidado com a natureza, em todas as suas dimensões. Entendemos que um país com sustentabilidade e desenvolvimento humano – como Marina Silva defende – só pode ser construído resgatando já a enorme dívida social com o seu povo mais empobrecido. No momento atual, Dilma Rousseff representa este projeto que, mesmo com obstáculos, foi iniciado nos oito anos de mandato do presidente Lula. É isto que está em jogo neste segundo turno das eleições de 2010.”
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
GT DA CAMPANHA DE DILMA DÁ O TOM.
- Os conteúdos disponibilizados servem de orientação geral para o debate político. Os petistas que possuem perfis no orkut, facebook e demais redes sociais devem reproduzí-lo nas suas páginas, provocar o debate em comunidades (não só nas diretamente relacionadas à política, mas um petista de Angra dos Reis, por exemplo, pode comentar na comunidade da cidade sobre os investimentos do governo Lula que afetam diretamente a população local, e ressaltar a importância de que este processo precisa ter continuidade. O mesmo vale para comunidades de outros temas, como Universidade, Agricultura etc).
É isso. E muito importante. Muitos jovens, dizem votar em Serra apenas porque ouviram falar....mal da Dilma.Não conheceram o passado de penúria de nossa nação nas mãos destes que hoje querem aparecer como santos, os beatos da política nacional.
Mas não passam de vendilhões do templo. E serão expulsos. Não por Jesus, mas pelo povo de bem, brasileiro.
Em tempo: grandes nomes do jornalismo nacional divergem das opiniões de nossos cátedres de Harward e Yale, tupiniquins, em relação ao debate de ontem à noite.
pdtangra12@hotmail.com
É isso. E muito importante. Muitos jovens, dizem votar em Serra apenas porque ouviram falar....mal da Dilma.Não conheceram o passado de penúria de nossa nação nas mãos destes que hoje querem aparecer como santos, os beatos da política nacional.
Mas não passam de vendilhões do templo. E serão expulsos. Não por Jesus, mas pelo povo de bem, brasileiro.
Em tempo: grandes nomes do jornalismo nacional divergem das opiniões de nossos cátedres de Harward e Yale, tupiniquins, em relação ao debate de ontem à noite.
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O DEBATE.DILMA PÕE O TUCANO NO PRUMO.
O que vimos ontem, a nosso entendimento, mostrou uma postura mais firme da candidata Dilma Roussef em relação ao primeiro turno. Ao abrir as discusões abordando a questão do aborto, a candidata do povo brasileiro não mais deixou brecha para que o adversário continuasse na mesma toada do primeiro turno.
O aborto deve ser tratado como uma questão de saúde pública, no que o próprio candidato, Zé Serra, concorda. Não só concorda como assinou documentação para tal, AQUI. Só que ele permite as acusações levianas em sua campanha.
Quanto às acusações que veem sendo proferidas pela campanha tucana e a grande mídia, não poderia passar ao largo. Afinal como conduzir os próximos debates sendo alvo destas calúnias? Fez muito bem Dilma em trazer à discussão estes fatos.
Outro ponto , dentre vários é claro, de importância para a nação brasileira, se refere ao pré sal. A sanha entreguista da turma do FHC, tá de olho gordo, de verdade, neste incrível potencial privatizável, que são as novas reservas petrolíferas do país. Deu inclusive, a candidata, nomes aos bois que estarão, numa eventual vitória tucana, no comando desta riqueza.E mostrou ao povo brasileiro, conforme postamos AQUI, que Zé Serra é um privatista de primeira hora. Com o aval de ninguém mais e, ninguém menos, que o próprio FHC.
Assim como deixou o tucano de plumagem arriada ao questioná-lo sobre o Paulo Preto. O homem de 4 milhões de reais, ou seriam dólares?
"Ele arrecadou por conta própria, sem autorização do partido. Não autorizamos ninguém a receber dinheiro de caixa 2. As únicas pessoas autorizadas a atuar em nome do partido na arrecadação são o José Gregori e o Sérgio Freitas”, afirma o ex-ministro Eduardo Jorge, vice-presidente nacional do PSDB. “Não podemos calcular exatamente quanto o Paulo Preto conseguiu arrecadar. Sabemos que foi no mínimo R$ 4 milhões, obtidos principalmente com grandes empreiteiras, e que esse dinheiro está fazendo falta nas campanhas regionais”, confirma um ex-secretário do governo paulista que ocupa lugar estratégico na campanha de José Serra à Presidência." Leia mais AQUI.
Ora, ora. Se ele diz que é dinheiro sujo. De caixa dois. Como pode estar fazendo falta na campanha regional? Fala sério!
Uma coisa ficou bastante clara, são dois projetos antagônicos. Um estamos vendo os avanços. O outro, já sabemos como foi.
Vejam melhores momentos.
Não devemos nos animar que os grandes temas consigam ser discutidos nos debates, tais como as reformas necessárias ao país, sejam elas a da Previdência, política, econômica. Cremos que falta tempo hábil para tal. Além de serem temas de desconhecimento mais aprofundado por parte da população. E isto vale para os dois candidatos.
Cremos que teremos uma Dilma mais contunde daqui para a frente. Não só nas apresentações de suas propostas, como no enquadramento de seu adversário.
Aguardemos o próximo.
Recomendamos AQUI.Carta Capital.
------------------------------------------------------------
Considerando que duas de nossas postagens, linkadas acima, foram temas de grande relevância no debate de ontem e, considerando ainda que a candidata os externou com clareza, surgiu uma dúvida: será a equipe de marketing anda lendo o PDTAngra? .....menos!rsrs. Afinal nem fomos para o Top Blog.
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O aborto deve ser tratado como uma questão de saúde pública, no que o próprio candidato, Zé Serra, concorda. Não só concorda como assinou documentação para tal, AQUI. Só que ele permite as acusações levianas em sua campanha.
Quanto às acusações que veem sendo proferidas pela campanha tucana e a grande mídia, não poderia passar ao largo. Afinal como conduzir os próximos debates sendo alvo destas calúnias? Fez muito bem Dilma em trazer à discussão estes fatos.
Outro ponto , dentre vários é claro, de importância para a nação brasileira, se refere ao pré sal. A sanha entreguista da turma do FHC, tá de olho gordo, de verdade, neste incrível potencial privatizável, que são as novas reservas petrolíferas do país. Deu inclusive, a candidata, nomes aos bois que estarão, numa eventual vitória tucana, no comando desta riqueza.E mostrou ao povo brasileiro, conforme postamos AQUI, que Zé Serra é um privatista de primeira hora. Com o aval de ninguém mais e, ninguém menos, que o próprio FHC.
Assim como deixou o tucano de plumagem arriada ao questioná-lo sobre o Paulo Preto. O homem de 4 milhões de reais, ou seriam dólares?
"Ele arrecadou por conta própria, sem autorização do partido. Não autorizamos ninguém a receber dinheiro de caixa 2. As únicas pessoas autorizadas a atuar em nome do partido na arrecadação são o José Gregori e o Sérgio Freitas”, afirma o ex-ministro Eduardo Jorge, vice-presidente nacional do PSDB. “Não podemos calcular exatamente quanto o Paulo Preto conseguiu arrecadar. Sabemos que foi no mínimo R$ 4 milhões, obtidos principalmente com grandes empreiteiras, e que esse dinheiro está fazendo falta nas campanhas regionais”, confirma um ex-secretário do governo paulista que ocupa lugar estratégico na campanha de José Serra à Presidência." Leia mais AQUI.
Ora, ora. Se ele diz que é dinheiro sujo. De caixa dois. Como pode estar fazendo falta na campanha regional? Fala sério!
Uma coisa ficou bastante clara, são dois projetos antagônicos. Um estamos vendo os avanços. O outro, já sabemos como foi.
Vejam melhores momentos.
Não devemos nos animar que os grandes temas consigam ser discutidos nos debates, tais como as reformas necessárias ao país, sejam elas a da Previdência, política, econômica. Cremos que falta tempo hábil para tal. Além de serem temas de desconhecimento mais aprofundado por parte da população. E isto vale para os dois candidatos.
Cremos que teremos uma Dilma mais contunde daqui para a frente. Não só nas apresentações de suas propostas, como no enquadramento de seu adversário.
Aguardemos o próximo.
Recomendamos AQUI.Carta Capital.
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Considerando que duas de nossas postagens, linkadas acima, foram temas de grande relevância no debate de ontem e, considerando ainda que a candidata os externou com clareza, surgiu uma dúvida: será a equipe de marketing anda lendo o PDTAngra? .....menos!rsrs. Afinal nem fomos para o Top Blog.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
SERÁ QUE O POVO BRASILEIRO VAI SE DEIXAR ENGANAR?
Durante o primeiro turno, as baixarias foram flagrantes. Hoje, sem o mínimo de pudor e sequer qualquer preocupação em estar lançando o país em uma divergência religiosa, os tucanos apelam para todas as formas vis de se fazer uma campanha politica. Apoiados pela mídia ultra direitista.
Patrimônio maior tem nosso Brasil que a sua miscigenação harmônica? A tolerância religiosa?
Patrimônio maior poderemos ter, neste momento, que a expectativa de que possamos estar preparando as bases para um futuro de soberania e justiça social?
Você, anda irritado com o grande número de pessoas que hoje frequentam com assiduidade os supermercados?
Aborrecido com a dificuldade de estacionar devido ao fato de que a classe menos favorecida tem adquirido veículos?
Desesperançoso ao ver jovens pobres e até índios cursando faculdade e universidade?
Chateado pelos jovens que hoje frequentam escolas técnicas?
Seus "pobrema" se acabaram: vote no Serra.
pdtangra12@hotmail.com
Em tempo: não temos a pretensão de estar apontando todos os caminhos para o município, nem alguns. Afinal para isso, cidadãos foram eleitos. Até porque, um técnico do Mackenzie não pode se comparar aos especialistas internacionais.
Patrimônio maior tem nosso Brasil que a sua miscigenação harmônica? A tolerância religiosa?
Patrimônio maior poderemos ter, neste momento, que a expectativa de que possamos estar preparando as bases para um futuro de soberania e justiça social?
Você, anda irritado com o grande número de pessoas que hoje frequentam com assiduidade os supermercados?
Aborrecido com a dificuldade de estacionar devido ao fato de que a classe menos favorecida tem adquirido veículos?
Desesperançoso ao ver jovens pobres e até índios cursando faculdade e universidade?
Chateado pelos jovens que hoje frequentam escolas técnicas?
Seus "pobrema" se acabaram: vote no Serra.
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Em tempo: não temos a pretensão de estar apontando todos os caminhos para o município, nem alguns. Afinal para isso, cidadãos foram eleitos. Até porque, um técnico do Mackenzie não pode se comparar aos especialistas internacionais.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
VOTAR NO SERRA...CLARO QUE ERA GOZAÇÃO.
Somente aqueles que perderam as gordas "tetas" da nação, nas quais mamavam despudoradamente, podem pensar em votar no retrocesso, na roda presa e no famigerado entreguismo no qual enfiaram; FHC e os seus, o nosso Brasil. Na verdade existem mais alguns tipos, uns analfabetos políticos mesmo, e como temos isso ainda, outros, pobres pés sujos mas que se vanglorizam de defender seus algozes. Temos um monte deles em Angra que, quando das "privatizações", alardeavam em programas de rádio as vantagens daquele absurdo, vejam que a Vale em tres meses deu de lucro, o preço de sua "venda".
É inegável as positivas transformações pelas quais o Brasil está passando. Mas ainda temos alguns que preferem a venda nos olhos. Dilma é a melhor? Não sei. Mas em relação ao Serra e sua trupe, tenho a certeza que sim.
Com certeza o povo brasileiro não entende esse movimento obscuro que a grande mídia promove contra a candidatura de Dilma Roussef mas, a percepção natural da população, deu a devida resposta. Mesmo com todas as tentativas de desestabilizar o processo, a candidata do Lula, e do povo brasileiro, se mantêm firme na liderança. Reconhecemos, a grande mídia, controlada por meia dúzia de famílias, ainda não assimilou o fim de seu poderio de manipulação.
E quanto à Marina? Uma boa candidata, sem dúvida. No entanto, seu perfil não parece ser o de uma líder, firme, que é o que o Brasil precisa para poder se manter em posição não mais submissa como antes. E neste momento, mesmo que sem a sua anuência, ela está se prestando ao jogo dos tucanos, que pretendem através da chamada "Onda Verde", que não existe de verdade, alçá-la nas pesquisas para que eles tenham uma sobrevida de mais trinta dias, ou seja, um segundo turno. A acreana precisa se desvencilhar desta amarra, e já.
Mas nem tudo são flores. O governo Lula passou por momentos de pressão muito forte. Os aloprados, como o próprio presidente definiu, criaram problemas sérios. Explorados ao extremo pela grande mídia. Superados, no entanto. Muito ainda há de ser feito para que possamos crêr em um Brasil soberano, mais justo, mais igualitário. Ainda há milhões de crianças fora da escola, outros tantos que a abandonam por falta de condições de sustentação familiar. Ainda temos milhões de trabalhadores que carecem de uma qualificação profissional, não vamos longe, vejam o nosso próprio caso, aqui em Angra. As dificuldades na área da saúde são todo o país, já melhorou em muitos pontos. Também não precisamos ir longe, aqui em Angra com um orçamento salutar para tal pasta, mais de R$120.000.000,00/ano, está um caos. Culpa do Lula???????
A bem da verdade, a fome é uma coisa que só quem passa pode definí-la com propriedade. Hoje o Brasil, como um todo, pode se orgulhar de ter retirado da linha da miséria, mais de 28.000.000 de pessoas. Equivalem a dois Chiles. E alguns "maldosos" teimam em dizer que é a "Bolsa Esmola".
Mais de 250 Escolas Técnicas foram implantadas por esse país afora. Se temos apenas um "dedinho" do Cefet aqui em Angra, sabemos a quem culpar.
Muitos jovens que sonhavam em poder estarem cursando uma Universidade, hoje não mais sonham, cursam.E assim vai....
É por essas e outras que o voto em Dilma Roussef representa a esperança do Brasil.
Cláudio Erick.
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domingo, 26 de setembro de 2010
A ELEIÇÃO AGORA É ENTRE DILMA E A MÍDIA.
Amigo navegante telefona preocupado: o PiG (*) vai ao Tribunal Superior Eleitoral para impedir a vitória da Dilma no tapetão. Há certo perigo aí.
Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada
A procuradora eleitoral é a Dra. Cureau, sempre imparcial, que quer calar o Mino Carta. Marco Aurélio de Mello, que, em 2006, como presidente do TSE, ameaçou não dar posse ao Lula, é titular do TSE. Gilmar Dantas (Gilmar Mendes) é suplente no TSE, ele que tentou, com as tropas do Estadão, dar o Golpe de Estado da Direita.
O jenio (José Serra) tem mais chance no TSE do que no voto. E a UDN só ganha eleição no tapetão — no Golpe.
Acontece que a Dilma perdeu a paciência. Dilma não é Lula.
Na resposta à Folha, ela se pôs ao lado de Leonel Brizola, autor de outro vídeo histórico — o editorial que Brizola obrigou o Roberto Marinho a ler. Os filhos do Roberto Marinho sabem disso — o temperamento da Dilma está mais para Brizola do que para Lula.
A Dilma não vai esperar o Golpe sentada em cima das mãos. Dilma tem um aliado importante. Já imaginou o Lula na rua, a pregar uma greve geral para garantir a posse da Dilma? Lula não é Jango. Isso parece uma insensatez? Insensatez é o que o PiG (*) faz hoje no Brasil.
A eleição não é mais entre a Dilma e o Serra, que foi atropelado pela própria insignificância. A eleição é entre a Dilma e o PiG (*).
A Judith Brito disse que a Associação Nacional dos Jornais, que preside em nome do Otavinho, é a oposição. Ela provavelmente não sabia que tinha entrado para a História do Golpe, que tinha escrito uma página do Livro de Ouro da extrema direita brasileira.
O PiG (*) não tem mais volta. Ele destruiu todas as pontes que o ligavam à Democracia e ao Estado de Direito. O PiG (*) é o PiG (*) da Argentina e da Venezuela. Vai fazer o quê? Demitir a Eliane Catanhêde para se aproximar da Dilma? A urubóloga, o Merval, o Waack, o Ali Kamel, o do Golpe de 2006? Não tem como.
O ultimo recurso será entrar com um pedido de anulação da eleição no TSE, redigido por um jurista de prateleira, como, por exemplo, Yves Gandra Martins. O que o PiG (*) quer? Uma Guerra da Secessão? Uma “Revolução” de 32, para se separar de Vargas?
O PiG (*) está miseravelmente isolado. Deve representar uns 5% da população brasileira — seus leitores. Na tem uma passeata do Cansei na rua. Não tem uma Marcha com Deus pela Família e a Propriedade. Não tem um Carlos Lacerda.
A Fiesp não está no Golpe. A Febraban não está no Golpe. A Associação Comercial … associação comercial, qual? Acabou a União Soviética e não assusta mais as mal-amadas. A Igreja Católica afundou-se com seus próprios pedófilos e não tem autoridade moral para derrubar nem prefeito. Os americanos estão atolados no Afeganistão e nas dividas. Não vão mandar a Frota que derrubou o Jango. E o Obama acha o Lula “o cara”.
Não tem Manifesto dos Coronéis. Não tem mais seu redator, o grande democrata Golbery e seu fantoche, o George Washington do Elio Gaspari, o general Geisel. Não tem o Ipês (o Millenium do Jabor, convenhamos…)
Tem alguém na tribuna da Câmara a pedir o Golpe, como o Padre Godinho, da UDN de São Paulo? Cadê o jovem deputado da UDN da Bahia, Antonio Carlos Magalhães, a dizer que o Lula é ladrão? Eles morrem de medo do Lula
Quem o PiG (*) representa? Quer dar o Golpe em nome de que? Em defesa de quem? De seus próprios interesses? A quem interessa defender o interesse do Otavinho, a não ser o próprio Otavinho? Quantas lágrimas serão derramadas no dia em que a Folha fechar? Provavelmente só as do Clóvis Rossi.
O PiG (*) não tem mais como conversar com a presidenta Dilma, depois desse desabafo, hoje, no Rio. Não adiante produzir manchete na Folha para o jenio e o Gonzalez reproduzirem no programa eleitoral. Não dá em nada.
A pesquisa tracking da Vox Populi desmoralizou o Datafalha e o Globope. A Sensus idem. Os institutos mineiros acabaram com o blefe, a chantagem.
O Tribunal Superior Eleitoral vai dar o Golpe em nome de que? Da quebra dos 30 milhões de sigilos da filha do Serra? Do filho da Erenice? Do tucano que sumiu com a Caixa (2?) do Serra?
Como diz o Vasco: acharam um monte de Vavás e o Daniel Dantas está solto. Esse é o problema grave: o PiG perdeu a importância. Ele só serve para dar Golpe. Para desestabilizar o país. Com o Lula, o PiG (*) podia achar que levava o Brasil à beira do precipício e, na hora “h”, o Lula conciliava. A bonomia do Lula não deixava o caldo virar.
A Dilma não é o Lula. O Otavinho que se cuide. Os filhos do Roberto Marinho que se cuidem. Eles vão fechar o negócio do pai.
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Texto: / Postado em 22/09/2010 ás 07:16 pdtangra12@hotmail.com
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
EXTRA! EXTRA! VAZOU PARA A MÍDIA.
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
JÁ ACREDITÁVAMOS NISSO, MAS NESSE PATAMAR...
23 de agosto de 2010 às 11:33h
Por Marcos Coimbra
Votos válidos: Marina Silva (e os pequenos) 11%, José Serra, 33%, Dilma Rousseff, 56%. Talvez seja arriscado fazer essa especulação. Talvez não.
Do jeito como vão, as eleições presidenciais não devem nos reservar surpresas de reta final. Ao contrário. Salvo algo inusitado, elas logo adquirirão suas feições definitivas, talvez antes que cheguemos ao cabo da primeira quinzena de veiculação da propaganda eleitoral na tevê e no rádio.
Por várias razões, a provável vitória de Dilma Rousseff- em 3 de outubro será saudada como um resultado extraordinário. Ao que tudo indica, ela alcançará uma coisa que Lula não conseguiu nem quando disputou sua reeleição: vencer no primeiro turno. Não que levar a melhor dessa maneira seja fundamental, pois o próprio Lula mostrou ser possível ganhar apenas no segundo e se tornar o presidente mais querido de nossa história.
É preciso lembrar que Lula não a obteve em 2006 por pouco, apesar de sua imagem ainda sangrar com as feridas abertas pelo mensalão. Ele havia chegado aos últimos dias daquele setembro com vantagem suficiente para resolver tudo ali mesmo e só a perdeu quando sofreu um ataque sem precedentes de nossa “grande imprensa”.
Aproveitando-se do episódio dos “aloprados”, fazendo um carnaval de sua ausência no debate na Globo, ela balançou um eleitorado ainda traumatizado pelas denúncias de 2005. Lula deixou de vencer em 1º de outubro, o que, no fim das contas, terminou sendo ótimo para ele. No segundo turno, a vasta maioria da população concluiu o processo de sua absolvição, abrindo caminho para o que vimos de 2007 em diante: ele nunca mais caiu na aprovação popular e passou a bater um recorde de popularidade atrás de outro.
Com as pesquisas de agora, é difícil estimar com precisão quanto Dilma Rousseff poderá ter no voto válido. Não é impossível que alcance os 60% que Lula fez, no segundo turno, na última eleição. E ninguém estranharia se ela ultrapassasse os 54% que Fernando Henrique obteve em 1994, com o Plano Real e tudo.
Para fazer essas contas, é preciso levar em consideração diversos fatores. Um é quanto Marina Silva poderá alcançar, a partir dos cerca de 8% que tem hoje. Há quem imagine que ela ainda cresça, apesar do mísero tempo de televisão de que disporá. Com uma única inserção em horário nobre por semana e um tempo de programa praticamente idêntico ao dos candidatos pequenos, não é uma perspectiva fácil.
O segundo fator é o desempenho dos candidatos dos partidos menores, dos quais o mais relevante é Plínio de Arruda Sampaio. Muito mais que seus congêneres de extrema esquerda, ele pode se transformar em opção para a parcela de eleitores que vota de forma mais ideo-lógica ou que apenas quer expressar seu “protesto”. Embora as pesquisas a respeito desse tipo de eleitor não sejam conclusivas, isso pode, talvez, ocorrer em detrimento de Marina: à medida que Plínio subir, ela encolherá. O que não afetaria, portanto, o tamanho do eleitorado que não votará em Dilma ou Serra.
Para, então, projetar o tamanho da possível vitória de Dilma, o relevante é saber o piso de Serra. Se ele cairá, considerando seu patamar atual, próximo a 30%.
Só o mais otimista de seus partidários acredita (de verdade) que a presença de Lula na televisão será inútil para Dilma e que seu apelo direto ao eleitor não produzirá qualquer efeito. Ou seja, ninguém acredita que ela tenha já atingido seu teto, com os 45% que tem hoje.
O voto em Serra tem, no entanto, três fundamentos, todos, aparentemente, sólidos: 1. É um político respeitado no maior estado da federação, que governou, até outro dia, com larga aprovação. 2. Representa o eleitorado antipetista,- aquele que pode até tolerar Lula, mas que nunca votou e nunca votará no PT. 3. Tem uma imagem nacional positiva, conquistada ao longo da vida e, especialmente, quando foi ministro da Saúde. De São Paulo deve sair com 45% dos votos, o que equivale a 10% do País. O antipetismo lhe dá mais cerca de 10% e a admiração por sua biografia no restante do eleitorado, outro tanto (tudo em números redondos).
Se essas contas estiverem corretas, Serra teria pouco a perder nas próximas semanas. Em outras palavras, já estaria, agora, perto de seu mínimo.
Fica simples calcular o resultado que, hoje, parece mais provável para 3 de outubro: Serra, 30%; Marina e os pequenos, 10%; brancos e nulos, entre 8% e 10% (considerando o que foram em 2006 e 2002, depois da universalização da urna eletrônica); Dilma, entre 50% e um pouco menos que 55%. Nos válidos: Marina (e os pequenos) 11%, Serra 33%, Dilma 56%.
Talvez seja arriscado fazer essas especulações. Talvez não, considerando quão previsível está sendo esta eleição.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.
pdtangra12@hotmail.com
Por Marcos Coimbra
Votos válidos: Marina Silva (e os pequenos) 11%, José Serra, 33%, Dilma Rousseff, 56%. Talvez seja arriscado fazer essa especulação. Talvez não.
Do jeito como vão, as eleições presidenciais não devem nos reservar surpresas de reta final. Ao contrário. Salvo algo inusitado, elas logo adquirirão suas feições definitivas, talvez antes que cheguemos ao cabo da primeira quinzena de veiculação da propaganda eleitoral na tevê e no rádio.
Por várias razões, a provável vitória de Dilma Rousseff- em 3 de outubro será saudada como um resultado extraordinário. Ao que tudo indica, ela alcançará uma coisa que Lula não conseguiu nem quando disputou sua reeleição: vencer no primeiro turno. Não que levar a melhor dessa maneira seja fundamental, pois o próprio Lula mostrou ser possível ganhar apenas no segundo e se tornar o presidente mais querido de nossa história.
É preciso lembrar que Lula não a obteve em 2006 por pouco, apesar de sua imagem ainda sangrar com as feridas abertas pelo mensalão. Ele havia chegado aos últimos dias daquele setembro com vantagem suficiente para resolver tudo ali mesmo e só a perdeu quando sofreu um ataque sem precedentes de nossa “grande imprensa”.
Aproveitando-se do episódio dos “aloprados”, fazendo um carnaval de sua ausência no debate na Globo, ela balançou um eleitorado ainda traumatizado pelas denúncias de 2005. Lula deixou de vencer em 1º de outubro, o que, no fim das contas, terminou sendo ótimo para ele. No segundo turno, a vasta maioria da população concluiu o processo de sua absolvição, abrindo caminho para o que vimos de 2007 em diante: ele nunca mais caiu na aprovação popular e passou a bater um recorde de popularidade atrás de outro.
Com as pesquisas de agora, é difícil estimar com precisão quanto Dilma Rousseff poderá ter no voto válido. Não é impossível que alcance os 60% que Lula fez, no segundo turno, na última eleição. E ninguém estranharia se ela ultrapassasse os 54% que Fernando Henrique obteve em 1994, com o Plano Real e tudo.
Para fazer essas contas, é preciso levar em consideração diversos fatores. Um é quanto Marina Silva poderá alcançar, a partir dos cerca de 8% que tem hoje. Há quem imagine que ela ainda cresça, apesar do mísero tempo de televisão de que disporá. Com uma única inserção em horário nobre por semana e um tempo de programa praticamente idêntico ao dos candidatos pequenos, não é uma perspectiva fácil.
O segundo fator é o desempenho dos candidatos dos partidos menores, dos quais o mais relevante é Plínio de Arruda Sampaio. Muito mais que seus congêneres de extrema esquerda, ele pode se transformar em opção para a parcela de eleitores que vota de forma mais ideo-lógica ou que apenas quer expressar seu “protesto”. Embora as pesquisas a respeito desse tipo de eleitor não sejam conclusivas, isso pode, talvez, ocorrer em detrimento de Marina: à medida que Plínio subir, ela encolherá. O que não afetaria, portanto, o tamanho do eleitorado que não votará em Dilma ou Serra.
Para, então, projetar o tamanho da possível vitória de Dilma, o relevante é saber o piso de Serra. Se ele cairá, considerando seu patamar atual, próximo a 30%.
Só o mais otimista de seus partidários acredita (de verdade) que a presença de Lula na televisão será inútil para Dilma e que seu apelo direto ao eleitor não produzirá qualquer efeito. Ou seja, ninguém acredita que ela tenha já atingido seu teto, com os 45% que tem hoje.
O voto em Serra tem, no entanto, três fundamentos, todos, aparentemente, sólidos: 1. É um político respeitado no maior estado da federação, que governou, até outro dia, com larga aprovação. 2. Representa o eleitorado antipetista,- aquele que pode até tolerar Lula, mas que nunca votou e nunca votará no PT. 3. Tem uma imagem nacional positiva, conquistada ao longo da vida e, especialmente, quando foi ministro da Saúde. De São Paulo deve sair com 45% dos votos, o que equivale a 10% do País. O antipetismo lhe dá mais cerca de 10% e a admiração por sua biografia no restante do eleitorado, outro tanto (tudo em números redondos).
Se essas contas estiverem corretas, Serra teria pouco a perder nas próximas semanas. Em outras palavras, já estaria, agora, perto de seu mínimo.
Fica simples calcular o resultado que, hoje, parece mais provável para 3 de outubro: Serra, 30%; Marina e os pequenos, 10%; brancos e nulos, entre 8% e 10% (considerando o que foram em 2006 e 2002, depois da universalização da urna eletrônica); Dilma, entre 50% e um pouco menos que 55%. Nos válidos: Marina (e os pequenos) 11%, Serra 33%, Dilma 56%.
Talvez seja arriscado fazer essas especulações. Talvez não, considerando quão previsível está sendo esta eleição.
Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
COMEÇOU O HORÁRIO ELEITORAL, DILMA ABRIU 16 PONTOS.
Surpreendente a performance da candidata do Lula, abriu 16 pontos de frente para o Serra. Verdadeiramente o povo brasileiro parece que está acordando.
Quem se lembra das dificuldades na era FHC não deseja retornar. O Brasil passa, inegavelmente por um momento muito bom. As expectativas são as melhores possíveis.
Para a nossa região temos os investimentos do pré sal, que precisamos agir com mais veemência e firmeza, não é salutar que continuemos ao sabor dos ventos, há quem os controla. Angra 3 estará alanvancando a mão de obra em nossa região e trazendo problemas urbanos de difícil equação. Cobranças vêem sendo feitas neste sentido mas até agora, creio que não estejam nem no papel.
Voltando à questão do horário eleitoral. Quanta baboseira. A maioria dos políticos acreditam piamente que lidam com abestados. As propostas seriam de rir, caso não viessem a nos fazer chorar. Coisas do tipo: "Quem acredita em Deus , vota no fulano".
Muitos candidatos cairão do cavalo neste pleito.
Mas ainda restam alguns bons e, o discernimento será a grande arma do povo.
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terça-feira, 17 de agosto de 2010
IBOPE: DILMA 43%, SERRA 32. JÁ DÁ NO PRIMEIRO.
Conforme vimos postando sobre a corrida presidencial, mais especificamente no tocante a vir, a candidata Dilma Roussef, sagrar-se vitoriosa no primeiro turno, com o resultado de hoje, publicado decorrente de pesquisa do Ibope, esta possibilidade torna-se bastante palpável.
"De acordo com o Ibope, considerando-se apenas os votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, Dilma tem hoje 51% das intenções de voto, enquanto Serra tem 38%, Marina tem 10% e os outros candidatos somam 1%.Neste cenário, se as eleições fossem hoje, Dilma poderia ser eleita no primeiro turno. Levando-se em conta a margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os votos válidos da candidata podem variar de 49% a 53%."
Os avanços promovidos pelo governo Lula são inegáveis aos olhos da população que sempre viveu à margem do processo de desenvolvimento, sustentabilidade, oportunidades de emprego, acesso à educação(ainda deixando muito a desejar em qualidade, nós que também o digamos), a bens de consumo e, uma parcela de alguns milhões, à alimentação.
E são esses olhos que, hoje, vislumbram na candidata de Lula, uma esperança de que possam continuar a serem vistos.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
CRESCE 40% O NÚMERO DE CONTRATADOS SEM CONCURSO NO GOVERNO LULA.
Pois bem, esta é a chamada de uma matéria do Globo na página G1. Lá mesmo, diz ainda:
"Segundo o Ministério do Planejamento, o governo Lula tem 21.358 DAS. Em 2002, último ano da gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, eram 18.374 - uma diferença de quase 3 mil vagas."
Portanto: 2.984 /183,74 = 16,24%, bastante distante dos 40% alardeados.
Pode dividir direto também: 21.358 / 18.374 = 1,1624....
Talvez a conta esteja errada....me ajude aí vai.
É por essas e outras que Dilma corre o risco de levar no 1º turno.
pdtangra12@hotmail.com
"Segundo o Ministério do Planejamento, o governo Lula tem 21.358 DAS. Em 2002, último ano da gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, eram 18.374 - uma diferença de quase 3 mil vagas."
Portanto: 2.984 /183,74 = 16,24%, bastante distante dos 40% alardeados.
Pode dividir direto também: 21.358 / 18.374 = 1,1624....
Talvez a conta esteja errada....me ajude aí vai.
É por essas e outras que Dilma corre o risco de levar no 1º turno.
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sábado, 14 de agosto de 2010
CABRA MACHA..
Nesta semana a revista Época apresenta uma reportagem sobre o passado de Dilma. Mais uma vez tentam, em época eleitoral, a desqualificação de seus oponentes.
Pelos comentários dos leitores, ao final de reportagem, não parece ser com essa que vão virar o morcego de cabeça para cima.
Em outubro de 1968, o Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um documento de 140 páginas sobre o estado da “guerra revolucionária no país”. Quatro anos após o golpe que instalou a ditadura militar no Brasil, grupos de esquerda promoviam ações armadas contra o regime. O relatório lista assaltos a bancos, atentados e mortes. Em Minas Gerais, o SNI se preocupava com um grupo dissidente da organização chamada Polop (Política Operária). O texto afirma que reuniões do grupo ocorriam em um apartamento na Rua João Pinheiro, 82, em Belo Horizonte, onde vivia Cláudio Galeno Linhares. Entre os militantes aparece Dilma Vana Rousseff Linhares, descrita como “esposa de Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (‘Lobato’). É estudante da Faculdade de Ciências Econômicas e seus antecedentes estão sendo levantados”. Dilma e a máquina repressiva da ditadura começavam a se conhecer.Durante os cinco anos em que essa máquina funcionou com maior intensidade, de 1967 a 1972, a militante Dilma Vana Rousseff (ou Estela, ou Wanda, ou Luiza, ou Marina, ou Maria Lúcia) viveu mais experiências do que a maioria das pessoas terá em toda a vida. Ela se casou duas vezes, militou em duas organizações clandestinas que defendiam e praticavam a luta armada, mudou de casa frequentemente para fugir da perseguição da polícia e do Exército, esteve em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, adotou cinco nomes falsos, usou documentos falsos, manteve encontros secretos dignos de filmes de espionagem, transportou armas e dinheiro obtido em assaltos, aprendeu a atirar, deu aulas de marxismo, participou de discussões ideológicas trancada por dias a fio em “aparelhos”, foi presa, torturada, processada e encarou 28 meses de cadeia.
Hoje candidata do PT à Presidência da República, Dilma fala pouco sobre esse período. ÉPOCA pediu, em várias ocasiões nos últimos meses, uma entrevista a Dilma para esclarecer as dúvidas que ainda existem sobre o assunto (leia algumas delas no quadro abaixo). Todos os pedidos foram negados.
Na última sexta-feira, a assessoria de imprensa da campanha de Dilma enviou uma nota à revista em que diz que “a candidata do PT nunca participou de ação armada”. “Dilma não participou, não foi interrogada sobre o assunto e sequer denunciada por participação em qualquer ação armada, não sendo nem julgada e nem condenada por isso. Dilma foi presa, torturada e condenada a dois anos e um mês de prisão pela Lei de Segurança Nacional, por ‘subversão’, numa época em que fazer oposição aos governos militares era ser ‘subversivo’”, diz a nota.
Comentários
adeilson silva
MG / Cruzeiro da Fortaleza
14/08/2010 15:35
adorei a dilma guevara
vou mandar fazer uma camisa dessa guerreira , enquanto ela bem nova lutava contra a ditadura outros emprestavam seus veiculos para os torturadores e e assassinos da ditatura . Parabens DILMA GUEVARA
Estefania Nikolic
ES / Vitória
14/08/2010 15:30
Já está eleita!
Parabéns para Dilma! Nunca votei para ninguém, mas essa merece o meu,o seu e nosso voto. Ela tirou o rotúlo de terceiro mundo do nosso país e finalmente somos respeitados a nível internacional, devemos exclusivamente ela por isso, pois o Lula não passa de uma marionete viajante. O país ficou rico, a qualidade de vida melhorou, e eles o (PT) recuperaram o que foi tirado pelos "TUCANOS" nos cofres públicos. Dilma, não tenha vergonha de assumir o seu passado, você é uma heroína e merece o nosso repeito,é admirada por muitos, as urnas confirmarão. Melhor que tucanos que não voam com as próprias asas, e sim, com avião pago com dinheiro dos cofres públicos. Sua ficha ão significa nada para pessoas que vivem oprimidas e famintas, mas o interesse é uma gestão que leve alimento as mesas carentes do nosso Brasil. Avante Dilma! Precisamos de uma mulher como você, que seja multifacetada. Parabéns!
Cristine
SC / Florianópolis
14/08/2010 15:30
A Época é do PiG
Acho uma baixaria de mau gosto,esse tipo de denúncia que só surgem em épocas de eleições.É lógico que nada disso foi apurado ,e que a fonte não é fidedigna,como tudo que vem do PiG...Em época de eleição os grandes jornais paulistas que odeiam o Lula,apresentam sempre denúncias contra o PT e seus candidatos ao planalto,tudo que vem de São Paulo (jornais e revistas),sempre foram e serão Higenópolios e 45,a massa cheirosa... O Pig para ajudar seu candidato destrói a si mesmo, sua credibilidade e imparcialidade, em qualquer veículo,apostando nas baixarias e na falta de caráter de seus editores.Eu já esperava algo semelhanta para destruir a imagem da candidata do Lula ,como fizeram com o próprio Lula em eleições passadas,para eleger Collor, Serra e Alckmim .Não somos idiotas,parvos ,e nem o Homer Simpson... "Quem não me respeita não merece o meu respeito"!!!
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