segunda-feira, 10 de maio de 2010

SETE ANOS EM SETE MINUTOS. MINISTRO CARLOS LUPI.

O ministro do trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, faz neste vídeo, um balanço dos últimos sete anos em relação ao desenvolvimento das vagas de trabalho no país.

Fala da necessidade de se qualificar os jovens para o mercado de trabalho, tema que batemos aqui à exaustão, sem nenhum eco nos tubos auditivos de nossos governantes, que fazem ouvidos de mercador, ou de mocho se preferirem. 

Fala dos benefícios, do seguro desemprego e por aí vai.
Vale a pena conferir.





pdtangra12@hotmail.com

1º SEMINÁRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS.ORÇAMENTO PARTICIPATIVO.

De acordo com informes na verdadeira mídia, o primeiro seminário de políticas públicas realizado pela prefeitura de Angra contou com a participação efetiva de diversas entidades e líderes comunitários.

A opção é correta, com certeza esta relação mais próxima com a comunidade só tende a trazer benefícios se bem capitaneada. Saber da Sociedade Organizada seus anseios e necessidades com certeza é um bom ponto de partida. Partida está que está deverasmente atrasada em nossa cidade. 

Mas nos lembra bem o Orçamento Participativo. É por aí....

pdtangra12@hotmail.com

MORADA DO SOL E ALEXANDRE...PIMENTA.

A rádio Morada do Sol, uma gigante da comunicação no litoral e interior paulista, sediada na cidade de Araraquara, apresenta diariamente em sua programação matutina, uma análise política proferida por Alexandre Garcia.

Mas e daí?

Daí que, ao que consta no meio midiático caiçara, leia-se angrense, teremos a partir da semana vindoura, todo quinta feira, os pitacos de Adelson Pimenta, durante meia hora, sob o comando de Aderbal Teixeira, na Potência FM.
Dizem que o bom filho à casa torna...
Sucesso.

pdtangra12@hotmail.com

sexta-feira, 7 de maio de 2010

SÉRIE ARTGOS: PERDA DE IDENTIDADE.

Adão Oliveira/Conexão Política -
“Quanto mais eles sorriem, menos eu confio neles”. A frase é de um eleitor, desestimulado com a eleição de outubro. Ele falava das “caras e bocas” que José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) andam fazendo pelo Brasil afora. O dito cidadão faz uma alegação procedente, quando diz que não faz parte do “layout” dos dois favoritos na corrida pelo Planalto o sorriso estampado “na cara”: “não é autêntico”, afirma. É verdade! Os dois candidatos com mais possibilidade de vencer a eleição tem o temperamento bem parecido. Ambos estiveram na luta pela defesa da democracia. Serra se exilou no Chile. Dilma foi presa, pela repressão. Talvez por aí se justifique a fama de turrão que os dois têm. Serra e Dilma fecham a cara, são mandões e antes da pré-campanha “não mostravam os dentes à toa”. Agora, se mostram simpáticos, até cometem a ousadia de sair beijando gente pela rua e concedendo entrevista para cômicos travestidos de jornalistas, que apresentam pelas redes de TV programas pretensamente de humor, desrespeitosos e de gosto, no mínimo, discutível. Por tudo isso se discute em todo o Brasil a mudança de comportamento dos dois mais fortes candidatos ao Planalto. Tanto Serra quanto Dilma chegaram à condição de candidatos alterando o seu estilo pessoal. Ungidos candidatos, se entregaram a marqueteiros que acham que eles precisam sorrir quando não querem, comer buchada de bode que não gostam e frequentar cultos religiosos com os quais não concordam. Isso representa a perda completa da identidade. Os eleitores precisam confiar nos seus representantes, senão vai ter uma quantidade enorme de votos brancos e nulos, na eleição presidencial deste ano.

COLÉGIO HONÓRIO LIMA EM SUSPEIÇÃO EM RELAÇÃO ÀS INDICAÇÕES PARA O CEFET.

Recebemos e-mail de alunos denunciando que as vagas , através de critérios obscuros, para o CEFET , estariam sendo manipuladas. Cabe à Secretaria de Educação do município prestar esclarecimentos à sociedade sobre o fato. Ainda sobre o tema, os alunos reclamam que a maioria está sendo ofertada ao Colégio Roberto Montenegro.

Em tempo: as brigas ocorridas na porta da instituição esão se tornando frequentes. Hoje inclusive com intervenção policial.

pdtangra12@hotmail.com

O RESSURGIMENTO DA INDÚSTRIA NAVAL.


Texto publicado em 07 de Maio de 2010 - 06h46 site portogenteUm dia para ficar na história. Hoje, quando o navio João Cândido cruzar a comporta do dique seco do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e flutuar no mar de Suape, será como proclamar o renascimento da indústria naval no Brasil. O País, que viu o setor submergir nas últimas duas décadas (depois de ter ocupado o segundo lugar no ranking mundial, nos anos 70), concretiza sua retomada. Esse ressurgimento também aponta para uma mudança no mapa da construção naval, que no passado esteve concentrada no Rio de Janeiro e, agora, tem o Estado de Pernambuco como timoneiro desta nova fase. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai testemunhar hoje, ao lado de uma constelação de autoridades, 3,7 mil funcionários do EAS e 2,5 mil convidados, a cerimônia de batismo e lançamento ao mar do primeiro petroleiro fabricado em Pernambuco, do navio nº 1 do Programa de Modernização e Renovação da Frota da Transpetro (Promef).

Sem tradição na indústria naval, Pernambuco precisou empenhar esforço dobrado para capitanear a retomada do setor. O primeiro desafio foi construir, a um só tempo, o estaleiro mais moderno do País e o primeiro petroleiro do empreendimento. Além disso, foi preciso transformar donas de casa, cortadores de cana, vendedores de picolé, comerciantes e outros profissionais das mais diversas categorias em operários da indústria naval. O presidente do EAS, Angelo Bellelis, afirma que essa transformação foi a mais gratificante. Os funcionários provaram que era possível fazer navios em Pernambuco e o estaleiro abriu oportunidades e conseguiu mudar a vida dessas pessoas (leia depoimentos na página ao lado). O tom da cerimônia de hoje realça essa importância do engajamento dos empregados. Vários operários darão seus testemunhos em vídeos. Leia mais aqui.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

REFRESHING.



pdtangra12@hotmail.com

terça-feira, 4 de maio de 2010

HOJE FICAMOS DEVENDO. DIA DIFÍCIL.

Um dia de cão...



...mas com final feliz. Foi "Dilmais".