O prefeito Eduardo Paes afirmou neste domingo, que estará promovendo uma nova invasão no morro do Alemão.
Desta vez os invasores seriam agentes da prefeitura do Rio, que estarão mapeando as necessidades da comunidade: "O que vamos fazer a partir desta semama é uma invasão de serviços públicos nessa comunidade, desde limpeza das ruas, serviços de saúde, assistência social etc". Ainda de acordo com o prefeito: "Vai ser a entrada das tropas do bem".Leiam mais aqui.
E esta invasão precisa ser concreta pois, o próprio comando da Polícia Militar, em entrevistas antes do início da mesma, destacavam que por falta de maior participação do poder público nestas comunidades, os marginais, com pequenas ajudas acabavam por se passarem como agentes do "bem". Para os jovens, eram o espelho do cara bem sucedido, motos, garotas, cordões, dinheiro...enfim, um objetivo a ser alcançado. Portanto, cabe agora ao estado a promoção de políticas públicas capazes de fazerem frente ao sonho de ser traficante.
A educação precisa ser carro chefe desta nova invasão, para que tenhamos em um breve futuro, jovens motivados e com perspectivas de uma vida melhor que a de ser soldado do tráfico.
pdtangra12@hotmail.com
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
"TATURANA".COM
A entrevista de Lula aos blogueiros parece ter sido o primeiro passo para que o presidente passe a editar suas páginas na web.
O nome já sugerimos.
Leiam detalhes da entrevista.
Pós-governo
“Eu tenho vontade de trabalhar com as experiências bem sucedidas do Brasil. Tenho vontade de trabalhar na América Central, nos países menores do Caribe. Ajudar Gautemala, El Salvador, Nicarágua. Quero ver se eu dedico um pouco do meu tempo a levar algumas experiências de políticas nossas para ver se a gente consegue implantar na África.”
“Quero ficar quatro meses sem fazer nada quero desencarnar primeiro pra gente começar a conversar. Pode ficar certo de que serei tuiteiro, blogueiro. Eu vou ser um monte de coisa que eu não fui até agora."
Transição
“No dia 15 de dezembro, eu vou fazer uma coisa nova que ninguém fez. Nós estamos fazendo um balanço de tudo o que foi feito em todas as áreas do governo. Vamos registrar em cartório para que nenhum ministro me conte nenhuma mentira, seja de que fez ou de que não fez, para que a gente não saia falando coisas que não fez. Sabe, eu quero registrar em cartório para a gente deixar no Arquivo Nacional, na Biblioteca das Universidades, aquilo que foi a nossa passagem pelo governo”.
Eleições
“Eu não ia dar entrevista, mas aí quando vi a cena patética que estavam montando... Eu falei: a Dilma, mulher, não deve lembrar do jogo do Brasil de 1990. Ela não deve saber nada do tal do [Roberto] Rojas [goleiro da seleção do Chile]. Eu vou falar. Porque realmente foi uma desfaçatez. Eu perdi três eleições. Eu poderia perder a quarta, a quinta, jamais teria coragem de fazer uma mentira daquela. Eu fiquei decepcionado porque tentaram inventar uma outra história. Tentaram inventar um objeto invisível que até agora não mostraram. Não precisa disso. O Serra tem de pedir desculpa ao povo brasileiro. Porque ninguém pode brincar com o povo desse jeito”.
Aborto
“Enquanto cidadão, eu sou contra o aborto. Enquanto chefe de estado, eu tenho que tratar o aborto como questão de saúde pública, porque eu tenho que reconhecer que ele existe. Tem milhões de pessoas fazendo aborto, meninas fazendo aborto pelo interior do País, colocando foligem de fogão de lenha. Meninas furando o útero com agulha de crochê. O chefe de estado sabe que isso existe e não vai permitir que uma madame possa ir a Paris fazer um tratamento e uma pobre tenha que morrer na rua.”
Plano Nacional de Direitos Humanos
“Nós nos deixamos levar por setores que nos criticaram no relatório apresentado pela Comissão de Direitos Humanos, que não tinham lido o relatório de 1996 e o de 2000. Os dois feitos no governo Fernando Henrique Cardoso tratavam as coisas quase que do mesmo jeito. Um dia chamei o Paulinho Vanucchi [ministro da Secretaria de Direitos Humanos] aqui e disse: os mesmos veículos que estão te triturando não falaram nada quando foi feito o primeiro e o segundo [relatórios].”
Reforma política
“É inconcebível este país atravessar mais um período sem fazer a reforma política. Não é papel de quem está na Presidência. É papel dos partidos e do Congresso. No meu caso, [o papel] é convencer meu partido e, segundo, convencer os partidos de esquerda, porque muitos não querem. É preciso que as coisas aconteçam com a seriedade que nós queremos que aconteça no Brasil, sobretudo no financiamento de campanha. Eu prefiro o financiamento público, que a gente sabe quanto vai custar uma campanha. A companheira Dilma pode contar comigo. Eu vou estar muito mais livre para dizer coisas que eu não posso dizer com o papel institucional de presidente da República”.
Mídia
“Não existe maior censura do que a ideia de que a mídia não pode ser criticada (...). Quando você acusa uma pessoa, você tem de ter provas. Se der errado, peça desculpas. No Brasil, parece que é feio pedir desculpas. Eu lembro da Escola de Base de São Paulo, que é um marco. Quando eu deixar a Presidência eu vou reler, porque eu parei de ler revista, parei de ler jornal. Pelo fato de não os ler, eu não fico nervoso. Eu vou reler muita coisa porque eu quero saber a quantidade de leviandades, de inverdades que foram ditas a meu respeito. Apenas para gravar na história. Porque não foi fácil.”
“Precisamos ter certo controle sobre a participação dos estrangeiros [na mídia]. Isso é a minha tese. (...) Eu sou o resultado da liberdade de imprensa deste país, com todos os defeitos. Não temos de julgar. O que eles [mídia] se enganam é que pensam que o povo é massa de manobra como era no passado. E agora eles têm de lidar como uma coisa chamada internet. Quando um cidadão conta uma mentira, ele é desmentido em tempo real e tem de se explicar.”
Código Florestal
“Nós tínhamos feito praticamente um acordo ainda quando Minc [Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente] estava no Ministério do Meio Ambiente. Seria muito ruim para o governo, depois de debatido no Congresso, a gente fazer um projeto. Sei das críticas que fazem ao projeto. O que vier fora dos padrões que nós acordamos, se vier no meu governo, nós vetaremos, e, se for no da Dilma, tenho certeza de que ela vai vetar.”
Novo ministro do STF
“Conversei com o Sarney [José Sarney, presidente do Senado] e se não for possível votar [realizar a sabatina do indicado no Congresso] até o dia 17 de dezembro [ início do recesso parlamentar] vou deixar pra Dilma indicar. Não vou indicar um cara que seja da minha vontade, vamos construir juntos uma alternativa, com 50% de responsabilidade de cada um.”
“Graças a Deus o Supremo não é a minha cara. A gente não pode indicar as pessoas pensando na próxima votação. Na Suprema Corte, não pode indicar uma pessoa pensando nos processos que vai ter contra o presidente da República. Tem que indicar pensando se a pessoa vai ser ou não competente para o cargo.”
Copa 2014
“Não vejo nada atrasado. O problema é que a gente não pode fazer um campo quatro anos antes. Temos um processo que em vários estados já começou. Não sei por que o governo de São Paulo não brigou pelo Morumbi. O Morumbi está pronto. É só colocar mais estacionamento. A Fifa vem lá com o padrão da Europa para nós? Eu particípio de jogos do Morumbi desde 1970. Nunca tive problema de trânsito. Daqui a pouco vão querer que a gente coloque um teleférico para que o cara já pare sentado no banco. Acho que São Paulo não brigou bem.”
Eleições no Acre
“Certamente, nós erramos no Acre por presunção. Uma das razões pelas quais a Marina [Silva] foi candidata a presidente é porque ela tinha convicção de que não se elegeria senadora pelo Acre. Jorge Viana [senador eleito pelo PT do Acre] quase não se elege. O Tião Viana [governador eleito pelo Acre] foi 50,4. Não é erro do povo. Se tem uma coisa certa lá é o povo. Em vez que ficar culpando o povo, temos de sentar e fazer uma reflexão onde é que nos erramos no Acre. Com certeza, o erro é nosso.”
Polícia Federal
“Tanto o Paulo Lacerda [ex-diretor-geral da PF] quanto o Luiz Fernando [Corrêa, atual diretor-geral da PF] receberam orientação do presidente da República de que era preciso investigar até o fim. A PF nunca trabalhou tanto. Nunca se contratou tanto. Nunca investimos tanto em tecnologia de investigação. O problema de corrupção é que, quanto mais combate, mas ela aprece, muito mais. Seria mais fácil jogar embaixo do tapete. Nunca foram presos tantos policiais federais, tantos servidores públicos e quadrilhas montadas historicamente.”
“A Polícia Federal teve uma ascensão importante. Eu acho que a PF, hoje, tem mais quadro, mais plano de carreira, mais salário, mais motivação. Eu acho que, não sei se a companheira Dilma vai manter ou não, mas esse companheiro Luiz Fernando [diretor-geral da PF] é um grande diretor-geral da Policia Federal e está fazendo trabalho extraordinário.”
Redução da jornada de trabalho
“Quando as centrais sindicais me procuraram para que nós mandássemos medida provisória ou projeto de lei, sugeri que transformassem a redução para 40 horas [redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais] num movimento político que fosse para porta de fábrica coletar assinaturas e que desse entrada com 1 milhão, 2 milhões de assinaturas. Para que não fosse uma coisa apenas de um presidente da República. Acho que é um movimento que vai evoluir na medida em que estamos percebendo a economia crescendo e o emprego crescendo (...). Achei que não seria correto fazer por medida provisória porque seria uma coisa meia falsa.”
pdtangra12@hotmail.com
O nome já sugerimos.
Leiam detalhes da entrevista.
Pós-governo
“Eu tenho vontade de trabalhar com as experiências bem sucedidas do Brasil. Tenho vontade de trabalhar na América Central, nos países menores do Caribe. Ajudar Gautemala, El Salvador, Nicarágua. Quero ver se eu dedico um pouco do meu tempo a levar algumas experiências de políticas nossas para ver se a gente consegue implantar na África.”
“Quero ficar quatro meses sem fazer nada quero desencarnar primeiro pra gente começar a conversar. Pode ficar certo de que serei tuiteiro, blogueiro. Eu vou ser um monte de coisa que eu não fui até agora."
Transição
“No dia 15 de dezembro, eu vou fazer uma coisa nova que ninguém fez. Nós estamos fazendo um balanço de tudo o que foi feito em todas as áreas do governo. Vamos registrar em cartório para que nenhum ministro me conte nenhuma mentira, seja de que fez ou de que não fez, para que a gente não saia falando coisas que não fez. Sabe, eu quero registrar em cartório para a gente deixar no Arquivo Nacional, na Biblioteca das Universidades, aquilo que foi a nossa passagem pelo governo”.
Eleições
“Eu não ia dar entrevista, mas aí quando vi a cena patética que estavam montando... Eu falei: a Dilma, mulher, não deve lembrar do jogo do Brasil de 1990. Ela não deve saber nada do tal do [Roberto] Rojas [goleiro da seleção do Chile]. Eu vou falar. Porque realmente foi uma desfaçatez. Eu perdi três eleições. Eu poderia perder a quarta, a quinta, jamais teria coragem de fazer uma mentira daquela. Eu fiquei decepcionado porque tentaram inventar uma outra história. Tentaram inventar um objeto invisível que até agora não mostraram. Não precisa disso. O Serra tem de pedir desculpa ao povo brasileiro. Porque ninguém pode brincar com o povo desse jeito”.
Aborto
“Enquanto cidadão, eu sou contra o aborto. Enquanto chefe de estado, eu tenho que tratar o aborto como questão de saúde pública, porque eu tenho que reconhecer que ele existe. Tem milhões de pessoas fazendo aborto, meninas fazendo aborto pelo interior do País, colocando foligem de fogão de lenha. Meninas furando o útero com agulha de crochê. O chefe de estado sabe que isso existe e não vai permitir que uma madame possa ir a Paris fazer um tratamento e uma pobre tenha que morrer na rua.”
Plano Nacional de Direitos Humanos
“Nós nos deixamos levar por setores que nos criticaram no relatório apresentado pela Comissão de Direitos Humanos, que não tinham lido o relatório de 1996 e o de 2000. Os dois feitos no governo Fernando Henrique Cardoso tratavam as coisas quase que do mesmo jeito. Um dia chamei o Paulinho Vanucchi [ministro da Secretaria de Direitos Humanos] aqui e disse: os mesmos veículos que estão te triturando não falaram nada quando foi feito o primeiro e o segundo [relatórios].”
Reforma política
“É inconcebível este país atravessar mais um período sem fazer a reforma política. Não é papel de quem está na Presidência. É papel dos partidos e do Congresso. No meu caso, [o papel] é convencer meu partido e, segundo, convencer os partidos de esquerda, porque muitos não querem. É preciso que as coisas aconteçam com a seriedade que nós queremos que aconteça no Brasil, sobretudo no financiamento de campanha. Eu prefiro o financiamento público, que a gente sabe quanto vai custar uma campanha. A companheira Dilma pode contar comigo. Eu vou estar muito mais livre para dizer coisas que eu não posso dizer com o papel institucional de presidente da República”.
Mídia
“Não existe maior censura do que a ideia de que a mídia não pode ser criticada (...). Quando você acusa uma pessoa, você tem de ter provas. Se der errado, peça desculpas. No Brasil, parece que é feio pedir desculpas. Eu lembro da Escola de Base de São Paulo, que é um marco. Quando eu deixar a Presidência eu vou reler, porque eu parei de ler revista, parei de ler jornal. Pelo fato de não os ler, eu não fico nervoso. Eu vou reler muita coisa porque eu quero saber a quantidade de leviandades, de inverdades que foram ditas a meu respeito. Apenas para gravar na história. Porque não foi fácil.”
“Precisamos ter certo controle sobre a participação dos estrangeiros [na mídia]. Isso é a minha tese. (...) Eu sou o resultado da liberdade de imprensa deste país, com todos os defeitos. Não temos de julgar. O que eles [mídia] se enganam é que pensam que o povo é massa de manobra como era no passado. E agora eles têm de lidar como uma coisa chamada internet. Quando um cidadão conta uma mentira, ele é desmentido em tempo real e tem de se explicar.”
Código Florestal
“Nós tínhamos feito praticamente um acordo ainda quando Minc [Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente] estava no Ministério do Meio Ambiente. Seria muito ruim para o governo, depois de debatido no Congresso, a gente fazer um projeto. Sei das críticas que fazem ao projeto. O que vier fora dos padrões que nós acordamos, se vier no meu governo, nós vetaremos, e, se for no da Dilma, tenho certeza de que ela vai vetar.”
Novo ministro do STF
“Conversei com o Sarney [José Sarney, presidente do Senado] e se não for possível votar [realizar a sabatina do indicado no Congresso] até o dia 17 de dezembro [ início do recesso parlamentar] vou deixar pra Dilma indicar. Não vou indicar um cara que seja da minha vontade, vamos construir juntos uma alternativa, com 50% de responsabilidade de cada um.”
“Graças a Deus o Supremo não é a minha cara. A gente não pode indicar as pessoas pensando na próxima votação. Na Suprema Corte, não pode indicar uma pessoa pensando nos processos que vai ter contra o presidente da República. Tem que indicar pensando se a pessoa vai ser ou não competente para o cargo.”
Copa 2014
“Não vejo nada atrasado. O problema é que a gente não pode fazer um campo quatro anos antes. Temos um processo que em vários estados já começou. Não sei por que o governo de São Paulo não brigou pelo Morumbi. O Morumbi está pronto. É só colocar mais estacionamento. A Fifa vem lá com o padrão da Europa para nós? Eu particípio de jogos do Morumbi desde 1970. Nunca tive problema de trânsito. Daqui a pouco vão querer que a gente coloque um teleférico para que o cara já pare sentado no banco. Acho que São Paulo não brigou bem.”
Eleições no Acre
“Certamente, nós erramos no Acre por presunção. Uma das razões pelas quais a Marina [Silva] foi candidata a presidente é porque ela tinha convicção de que não se elegeria senadora pelo Acre. Jorge Viana [senador eleito pelo PT do Acre] quase não se elege. O Tião Viana [governador eleito pelo Acre] foi 50,4. Não é erro do povo. Se tem uma coisa certa lá é o povo. Em vez que ficar culpando o povo, temos de sentar e fazer uma reflexão onde é que nos erramos no Acre. Com certeza, o erro é nosso.”
Polícia Federal
“Tanto o Paulo Lacerda [ex-diretor-geral da PF] quanto o Luiz Fernando [Corrêa, atual diretor-geral da PF] receberam orientação do presidente da República de que era preciso investigar até o fim. A PF nunca trabalhou tanto. Nunca se contratou tanto. Nunca investimos tanto em tecnologia de investigação. O problema de corrupção é que, quanto mais combate, mas ela aprece, muito mais. Seria mais fácil jogar embaixo do tapete. Nunca foram presos tantos policiais federais, tantos servidores públicos e quadrilhas montadas historicamente.”
“A Polícia Federal teve uma ascensão importante. Eu acho que a PF, hoje, tem mais quadro, mais plano de carreira, mais salário, mais motivação. Eu acho que, não sei se a companheira Dilma vai manter ou não, mas esse companheiro Luiz Fernando [diretor-geral da PF] é um grande diretor-geral da Policia Federal e está fazendo trabalho extraordinário.”
Redução da jornada de trabalho
“Quando as centrais sindicais me procuraram para que nós mandássemos medida provisória ou projeto de lei, sugeri que transformassem a redução para 40 horas [redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais] num movimento político que fosse para porta de fábrica coletar assinaturas e que desse entrada com 1 milhão, 2 milhões de assinaturas. Para que não fosse uma coisa apenas de um presidente da República. Acho que é um movimento que vai evoluir na medida em que estamos percebendo a economia crescendo e o emprego crescendo (...). Achei que não seria correto fazer por medida provisória porque seria uma coisa meia falsa.”
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
AO PAPA O QUE É DO PAPA.
Vaticano amplia autorização para uso de camisinha na prevenção da Aids
Justificativa para uso vale para mulheres e homens, esclareceu o Papa.
Em livro de entrevistas, ele também afirma que homossexualidade é injusta.
Do G1, com agências internacionais
O Papa Bento XVI fez, em livro, uma declaração histórica reconhecendo que o uso de camisinhas é moralmente justificável em alguns casos para prevenir contra a Aids. E a justificativa vale não apenas para garotos de programa homossexuais, mas também para heterossexuais e transexuais, disse o Vaticano nesta terça-feira (13).
O esclarecimento, o mais recente passo em direção ao que está sendo visto como uma mudança significativa na política da Igreja Católica no assunto, foi feito durante uma entrevista para divulgar o novo livro do papa: 'Light of the World: The Pope, the Church and the Signs of the Times' (Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos).Leia mais...
pdtangra12@hotmail.com
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JOVENS, ATENTAI-VOS.
PDT vai procurar a juventude e exigir a reforma política.
Em reunião de quse cinco horas, esta manhã em Brasília para avaliar a eleição de 2010, o PDT decidiu apelar para a juventude brasileira para engajar-se em uma grande mobilização nacional para enfrentar o que considera "a comercialização, em que se transformou a política". Desde seu presidente, Carlos Lupi até os deputados mais novos, como o recém eleito Antônio Reguffe (DF), os deputados e senadores, atuais e futuros, e os membros Diretório Nacional, constaram que, a continuar o ritmo de extorsão econômica das campanhas eleitorais, o Brasil pode se encaminhar para um retrocesso, em que só terão vez os ricos e os corruptos. O Senador Acir Gurgacz (RO) fez um apanhado dos gastos da campanha eleitoral deste ano de 2010, concluindo que a média brasileira correspondeu a R$3,70 para cada pessoa, proporção que chegou ao paroxismo, em Rondônia, de R$ 17,10.
Diante desse quadro, o Partido de Leonel Brizola, que na próxima legislatura, contará com 28 deputados federais, quatro senadores e 76 deputados estaduais, pretende atrair a juventude, o setor mais idealista e vibrante da sociedade, com duas propostas básicas:
1) A revolução na educação, por meio da disseminação de escolas integrais, tendo como como modelo os CIEPs de Brizola;
2) A reforma política, que propicie o financiamento público total das campanhas, dele excluindo por completo o setor privado, e o voto distrital misto para a eleição de deputados.
O PDT ainda decidiu que vai intensificar sua participação no Governo Dilma, a exemplo do que ocorreu nos últimos anos do Governo Lula, mas com a condição poder praticarf políticas públicas condizentes com suas bandeiras, sobretudo a educação e o nacionalismo.
Todas as posições foram acertadas, com base no apoio unânime de todos os seus integrantes, em duas reuniões. A primeira delas, realizada na noite de ontem, da qual participaram a quase totalidade dos deputados e senadores atuais e futuros. A segunda, contou, além das duas bancadas federais, com o concurso dos membros do diretórios nacionais e dirigentes estaduais. No final, tanto as Bancadas como o Diretório decidiram indicar o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para ocupar um das vagas que couberem ao Partido, de preferência no Ministério do Trabalho.
Centro de Memória - No dia anterior, 18 de novembro, foiinaugurado o Centro de Memória do Trabalhador Leonel Brizola, em solenidade a que estiveram, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, na presença do presidente nacional do PDT e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, as bancadas pedetistas e membros dos Diretório Nacional. O Centro, que conta com biblioteca, sala de projeção, exposição permanente sobre a História do Trabalho e auditório, fica no Setor de Indústria e Abastecimento (SAI), Techo 3, Lt 1240, em Brasília.
-------------------------------------------------------------------------------
PS1: Tuca virou o queridinho da blogosfera...valeu, prefeito.
PS2: Repressão todo mundo propõe. Educação...palavrão.
pdtangra12@hotmail.com
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Diante desse quadro, o Partido de Leonel Brizola, que na próxima legislatura, contará com 28 deputados federais, quatro senadores e 76 deputados estaduais, pretende atrair a juventude, o setor mais idealista e vibrante da sociedade, com duas propostas básicas:
1) A revolução na educação, por meio da disseminação de escolas integrais, tendo como como modelo os CIEPs de Brizola;
2) A reforma política, que propicie o financiamento público total das campanhas, dele excluindo por completo o setor privado, e o voto distrital misto para a eleição de deputados.
O PDT ainda decidiu que vai intensificar sua participação no Governo Dilma, a exemplo do que ocorreu nos últimos anos do Governo Lula, mas com a condição poder praticarf políticas públicas condizentes com suas bandeiras, sobretudo a educação e o nacionalismo.
Todas as posições foram acertadas, com base no apoio unânime de todos os seus integrantes, em duas reuniões. A primeira delas, realizada na noite de ontem, da qual participaram a quase totalidade dos deputados e senadores atuais e futuros. A segunda, contou, além das duas bancadas federais, com o concurso dos membros do diretórios nacionais e dirigentes estaduais. No final, tanto as Bancadas como o Diretório decidiram indicar o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para ocupar um das vagas que couberem ao Partido, de preferência no Ministério do Trabalho.
Centro de Memória - No dia anterior, 18 de novembro, foiinaugurado o Centro de Memória do Trabalhador Leonel Brizola, em solenidade a que estiveram, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, na presença do presidente nacional do PDT e ministro do Trabalho, Carlos Lupi, as bancadas pedetistas e membros dos Diretório Nacional. O Centro, que conta com biblioteca, sala de projeção, exposição permanente sobre a História do Trabalho e auditório, fica no Setor de Indústria e Abastecimento (SAI), Techo 3, Lt 1240, em Brasília.
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PS1: Tuca virou o queridinho da blogosfera...valeu, prefeito.
PS2: Repressão todo mundo propõe. Educação...palavrão.
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A CARNE NOSSA DE CADA DIA.
Pedro Souza
Do Diário do Grande ABC
A carne está pesando cada vez mais no bolso do consumidor. E a expectativa para as próximas semanas não é animadora. "É possível que os preços subam mais que 5% em duas semanas", alerta o assistente de coordenação do IPC-USCS/ABC (Índice de Preços ao Consumidor da região da Universidade Municipal de São Caetano), Lúcio Flávio Dantas.
Entre o primeiro dia de novembro de 2009 e o último dia de outubro, a inflação das carnes aos consumidores do Grande ABC atingiu 15,6%. Mas problemas na produção devem elevar esse encarecimento.
Conforme a Cepea/Esalq-USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - Universidade de São Paulo), o preço do boi atingiu seu maior patamar histórico, com R$ 115 por arroba, na semana passada. Esse é o valor que os frigoríficos pagam para os produtores.
A pesquisa teve início em 1997. O encarecimento acumulado no ano beira os 50%, o que dá margem para que o consumidor sofra com novas altas nos próximos dias.
Dando continuidade à cadeia do segmento, os frigoríficos também elevaram seus preços. E segundo a Cepea/Esalq-USP, a carne no atacado tinha, na semana passada, o maior preço dos últimos 13 anos, com R$ 7,21 por quilo.
SECA
O aumento nos preços das carnes está atrelado a problemas na produção do gado. Dantas explica que um dos fatores são as secas nas regiões produtivas. Este extremo climático eleva o custo de alimentação dos animais, tendo em vista que a pastagem não suporta a criação e os produtores investem mais em rações.
Por outro lado, o economista do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) André Braz coloca a demanda como fato estimulante ao encarecimento. "Temos aumento na exportação e demanda interna aquecida." Conforme dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a exportação de carne neste ano foi 10% superior a 2009 no mesmo período.
Braz ressalta que o aumento na procura, com falta de estímulos para o produtor de gado nos últimos anos, resultou em incentivo ao abate de reprodutoras, para complementar a oferta. E o processo de reposição é longo, devido ao crescimento dos animais até o ponto de abate.
FEIJÃO
No Grande ABC, o feijão encareceu 53,2% no período de 12 meses encerrado em outubro. E o problema é, em grande parte, nacional. O mercado externo não tem abertura para esse produto como ocorre com a carne. E o clima também é vilão nessa cultura.
De acordo com o economista do Ibre-FGV André Braz, o Estado da Bahia figura entre os principais produtores do grão. "E ao invés de seca, choveu 70 milímetros por lá. A previsão era para 20 milímetros", explica.
O excesso de chuvas nas regiões de plantação prejudicam a cultura e a oferta cai. Por outro lado, a procura pelo feijão no mercado continua a mesma. Este movimento encarece o preço do grão e, normalmente, é repassado ao bolso dos consumidores.
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